Análise bíblico-teológica e histórica dos dias anteriores e imediatamente posteriores ao dilúvio bíblico (VÍDEOS)

A QUESTÃO DAS ORIGENS: COMO ERAM REALMENTE OS DIAS PRÉ-DILUVIANOS?
Uma questão que intriga muita, muita gente é a questão dos dias antes do dilúvio bíblico, a catástrofe descrita na Bíblia, segundo a qual Deus puniu a maldade da raça humana, nos dias de Noé. As controvérsias surgem a partir de uma leitura rápida do texto no qual está presente o relato do dilúvio, no livro do Gênesis, capítulo 6. Neste texto vemos que Noé tinha seiscentos anos quando Deus enviou o dilúvio. Bem, mesmo que a idade espante, se dermos uma olhada em textos precedentes do Gênesis, veremos que os antepassados de Noé viveram, em média, novecentos anos!! A Bíblia diz:

“Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem,  à semelhança de Deus o fez.  Homem e mulher os criou; e os abençoou e chamou o seu nome Adão, no dia  em que foram criados. E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança,  conforme a sua imagem, e pós-lhe o nome de Sete. E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e  gerou filhos e filhas. E foram todos os dias que Adão viveu, novecentos e trinta anos, e morreu. E viveu Sete cento e cinco anos, e gerou a Enos. E viveu Sete, depois que gerou a Enos, oitocentos e sete anos, e gerou  filhos e filhas. E foram todos os dias de Sete novecentos e doze anos, e morreu. E viveu Enos noventa anos, e gerou a Cainã. E viveu Enos, depois que gerou a Cainã, oitocentos e quinze anos, e gerou  filhos e filhas. E foram todos os dias de Enos novecentos e cinco anos, e morreu. E viveu Cainã setenta anos, e gerou a Maalalel. E viveu Cainã, depois que gerou a Maalalel, oitocentos e quarenta anos,  e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Cainã novecentos e dez anos, e morreu. E viveu Maalalel sessenta e cinco anos, e gerou a Jerede. E viveu Maalalel, depois que gerou a Jerede, oitocentos e trinta anos,  e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Maalalel oitocentos e noventa e cinco anos, e  morreu. E viveu Jerede cento e sessenta e dois anos, e gerou a Enoque. E viveu Jerede, depois que gerou a Enoque, oitocentos anos, e gerou filhos  e filhas. E foram todos os dias de Jerede novecentos e sessenta e dois anos, e  morreu.  E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém. E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos,  e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o  tomou. E viveu Matusalém cento e oitenta e sete anos, e gerou a Lameque. E viveu Matusalém, depois que gerou a Lameque, setecentos e oitenta e  dois anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Matusalém novecentos e sessenta e nove anos, e  morreu. E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos, e gerou um filho, A quem chamou Noé, dizendo: Este nos consolará acerca de nossas obras e  do trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o SENHOR amaldiçoou. E viveu Lameque, depois que gerou a Noé, quinhentos e noventa e cinco  anos, e gerou filhos e filhas”. Gn. 5:1-30.

As “gerações de Adão” contabilizam, neste caso, os descendentes de Sete, o terceiro filho de Adão e Eva, após Caim e Abel. Esta linhagem é “pura”, é “perfeita”, conforme nos dirá o Gênesis 6:9. A palavra usada para “perfeito” ou “íntegro”, no livro do Gênesis, provém do hebraico “tamiym”, que, segundo o Léxico do prof. Strong, significa “completo”, “perfeito” (fisicamente), “acabado”, “inteiro”. Embora a palavra pudesse ser usada para características morais (como provavelmente indica Gn. 17:1), no contexto de Gn. 9 é mais provável que tenha sido usada num outro significado, haja vista que, para descrever Noé, a Bíblia afirma que  “Noé era homem justo e perfeito…“. A palavra “justo” vem do hebraico “tsaddiyq”, e quer dizer “justo”, “correto”, “reto”. É difícil imaginar uma redundância linguística deliberada, onde Deus ordenaria a Noé que ele fosse “justo” e “completo”, no sentido apenas moral da palavra. É a mesma coisa de dizermos que “fulano é correto e direito“… ou seja, não faz sentido. A única explicação é que a palavra “tamiym”, traduzida em algumas versões por “íntegro” e em outras por “perfeito” tenha uma conotação física, e não moral. Mas, por que dizemos isso?…

Em Gênesis 6:4-5 está escrito:

Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos  de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram  os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.  E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e  que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente“.

Ora, sobre quais “dias” refere-se o autor do Gênesis? Bem, o contexto é o do dilúvio, portanto, os dias sobre os quais ele se refere obviamente são os que antecederam ao dilúvio. A expressão “naqueles dias” deve vir associada à “E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra…“. O autor está relatando os dias pré-diluvianos. Assim sendo, havia gigantes nos dias pré-diluvianos… “e também depois“, isto é, após o dilúvio. Estes “valentes” da antiguidade, ao que tudo indica, referem-se aos homens que criaram sua reputação (guerreiros, crueis, exímios caçadores, reis déspotas etc.) ou antes do dilúvio (o que é pouco provável), ou depois do dilúvio. Lembremos que, conservadoramente, afirmamos que foi Moisés quem escreveu o Gênesis, perto de 1450 a.C. Abraão viveu aproximadamente 450 anos antes, isto é, próximo de 2.000 a.C. Noé viveu – de acordo com a cronologia conservadora – c. de 1.000 anos antes de Abraão, isto é, algo em torno de 3.000 antes de Cristo. Esta questão das genealogias bíblicas do Gênesis é um assunto complicado, mas há quem diga que Noé tenha vivido muito, muito antes, c. de 7, 8, 9 mil anos antes de Cristo… ou ainda mais, uma vez que as genealogias antigas privilegiaram apenas os nomes daqueles que foram importantes na História. 

Seja como for, é interessante notarmos que, como nos diz a Bíblia, logo após o dilúvio observa-se uma queda acentuada na longevidade humana (o que, podemos supor, veio acompanhada também de uma queda na longevidade da fauna, de um modo geral, bem como no tamanho das criaturas que havia sobre na terra. Vejamos o que nos diz a Bíblia:

E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de  Sinar; e habitaram ali. E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E  foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal. E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque  nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre  a face de toda a terra. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens  edificavam; E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e  isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo  o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a  língua do outro. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram  de edificar a cidade. Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a  língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda  a terra. Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a  Arfaxade, dois anos depois do dilúvio. E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos, e gerou filhos  e filhas.
12  E viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá. E viveu Arfaxade depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos, e  gerou filhos e filhas. E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber; E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou  filhos e filhas. E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue. E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e  gerou filhos e filhas. E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú. E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou  filhos e filhas. E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue. E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou  filhos e filhas. E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor. E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos  e filhas. E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá. E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou  filhos e filhas. E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã“. Gn. 11:1-26.

Está clara uma coisa, a partir deste texto vemos que os antigos, alguns anos após o dilúvio, tinham técnicas de construção avançada (queriam construir uma torre cujo cume tocasse os céus), eram organizados e, infelizmente, continuavam presunçosamente ambiciosos, pois o plano descrito neste texto é o de deixar seus feitos registrados em monumentos gigantescos, é a partir daí que se deve entender a expressão “façamos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a terra“. Este sentimento megalômano não era salutar aos olhos de Deus e, com certeza, relembrava os dias pré-diluvianos, nos quais reis devem ter lutado sanguinária e violentamente para que seus respectivos legados durassem mais do que suas próprias expectativas de vida, que, relembro, já era de centenas de anos! Outro ponto que ressalta aos nossos olhos é a clara queda na longevidade humana, o que se nos é dito a partir da descendência de Sem, um dos filhos de Noé. O próprio Sem viveu “apenas” 500 anos – quase a metade do que fora, por exemplo, a vida de seu pai, que vivera 950 anos (Gn. 9:28). Esta, aliás, é a média da longevidade dos antediluvianos. Contudo, algo deve ter acontecido no clima (principalmente), que afetou drasticamente a expectativa de vida dos homens, e, talvez, inúmeros outros aspectos da vida humana, como nossa capacidade cognitiva, nossa fisiologia e por aí vai. Assim sendo, deveríamos procurar, no passado de nossa História, evidências de pessoas que viveram a) mais, b) melhor e c) em muitos aspectos, de maneira bem, bem diferente de nós. Ora, toda a evidência fóssil afirma que os animais, no passado, eram maiores, mais robustos e, com certeza, mais longevos do que os atuais…. por que, em relação ao Homem, a “evolução” foi o contrário? Por que, de acordo com a filosofia evolucionista, nossos “antepassados” primatas eram menores e viviam menos do que nós? Bem, creio firmemente (embora não seja paleontólogo, nem formado em ciências biológicas) que nossa ciência não está realmente alinhada às evidências do que nos mostram os registros fósseis e a Arqueologia…. temos construções megalíticas antiquíssimas (inexplicáveis para os padrões atuais), extraordinariamente elaboradas, cuja arquitetura não faz sentido algum (para os padrões atuais), além do registro fóssil que revela MAMÍFEROS GIGANTES (dos mais diversos tipos, inclusive primatas!!), sendo o Homem, segundo a teoria que nos é imposta, uma das parcas e inexplicáveis exceções!! A própria Bíblia revela-nos que o homem antigo tinha o know-how e a logística necessária para construir monumentos imensos e, se o texto bíblico acima referir-se às construções sumerianas dos dias de Nimrode, então, muito provavelmente está se referindo a um zigurate, uma construção em formato de pirâmide que serviu, talvez, de modelo para várias outras construções piramidais, que se tornaram quase que uma constante nas misteriosas culturas antigas que mostraram inexplicáveis conhecimentos de engenharia e arqueoastronomia. 

 
Exemplo do zigurate de Ur, na antiga Mesopotâmia, hoje Iraque, construído pelos antigos sumérios. O zigurate de Ur foi destruído e reconstruído duas vezes, mas estima-se que era muito mais alto.


O zigurate em proporção, com homens medianos na escadaria. Estima-se que sua construção tenha sido terminada em 2.100 antes de Cristo, mas sua construção pode ser muito, muito mais antiga. Há indícios de vários zigurates construídos na Mesopotâmia.

A pirâmide em degraus ou escalonada, de Djoser, em Saqqara (Egito), 30 Km do Cairo. Ela é considerada pelos egiptólogos como a primeira construção realmente piramidal do Egito e, segundo datações dos estudiosos, data de 2.630 antes de Cristo. Cerca de 200 anos antes das grandes pirâmides de Gizé.

Foto tirada por russos sobre a grande pirâmide de Gizé, ainda hoje (à frente, a pirâmide de Quéfren), a maior construção de pedra da Terra. Com 147 metros de altura, a grande pirâmide foi construída, de acordo com os egiptólogos, por Khufu (ou Queóps, em grego) e é composta de 2,3 milhões de blocos de granito.
O vídeo nos dá uma boa idéia das pedras da base da grande pirâmide de Khufu. De acordo com os cálculos de alguns egiptólogos, funcionários (na sua maioria, fazendeiros e, talvez, alguns escravos) trabalhando de 3 a 4 meses por ano, em turnos de 10 horas diárias, construíram a pirâmide em 20 anos. Isto, porque, de acordo com a cronologia conservadora dos egiptólogos, as datas precisam coincidir com o período do reinado de Khufu, entre 2551 e 2528 antes de Cristo. Contudo, se foi assim, cada um desses blocos – alguns pesando 20 ou 30 toneladas – tiveram de ser postos a cada 2 segundos! Simplesmente não faz sentido!
Mas, voltando à questão da longevidade antediluviana: quais fatores poderiam estar associados e que se perderam após o dilúvio? Uma resposta que nos vem à mente, de imediato, é o clima! Uma catástrofe como um dilúvio global causaria profundas e duradouras transformações em todo o planeta… e em seus habitantes. Várias pesquisas foram feitas na tentativa de se reproduzir o clima do período antediluviano e como eram a fauna e a flora daqueles dias. É possível que um mundo com uma condição climática bem diferente da dos nossos dias tenha produzido gigantes? Se sim, seriam estas construções megalíticas da antiguidade, espalhadas por todo o mundo, o resultado de um conhecimento antigo. Há indícios deste conhecimento, além, é claro, dos próprios monumentos? Há algo indícios em escritos antigos (paleografia), como hieróglifos, petróglifos ou pictogramas que apontem para construções antigas, feitas por gigantes? A resposta a tudo isso parece ser um sonoro “sim”!

Primeiramente, vejamos o que nos diz, novamente, a Bíblia:

E saiu Caim de diante da face do SENHOR, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden. E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu, e deu à luz a Enoque; e ele edificou uma cidade, e chamou o nome da cidade conforme o nome de seu filho Enoque; E a Enoque nasceu Irade, e Irade gerou a Meujael, e Meujael gerou a Metusael e Metusael gerou a Lameque. E tomou Lameque para si duas mulheres; o nome de uma era Ada, e o nome da outra, Zilá. E Ada deu à luz a Jabal; este foi o pai dos que habitam em tendas e têm gado. E o nome do seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos os que tocam harpa e órgão. E Zilá também deu à luz a Tubalcaim, mestre de toda a obra de cobre e ferro; e a irmã de Tubalcaim foi Noema. E disse Lameque a suas mulheres Ada e Zilá: Ouvi a minha voz; vós, mulheres de Lameque, escutai as minhas palavras; porque eu matei um homem por me ferir, e um jovem por me pisar. Porque sete vezes Caim será castigado; mas Lameque setenta vezes sete“. Gênesis 4:16-24

Se seguirmos a cronologia conservadoramente, então estes descendentes de Caim seguem uma linhagem de poucas gerações (embora essas gerações sejam pré-diluvianas e, portanto, tenham existido em centenas ou milhares de anos). Como fruto da corrupção do homem, vemos que foi um dos descendentes de Caim, Lameque, talvez o primeiro bígamo da História.  Lembremos que o texto afirma que Caim saiu “de diante da face do Senhor“, numa clara alusão ao seu estado desolador de castigo e rebeldia, após o assassinato de seu irmão, Abel. A descendência de Caim, ao que tudo indica, foi composta de homens maus, desobedientes e, como se vê pelo discurso de Lameque, vingativos e sanguinários. Também existiram precursores em várias especialidades humanas, como se vê no texto. Os pioneiros entre os fazendeiros, músicos e metalúrgicos, segundo a Bíblia, estão entre os descendentes de Caim e, se aqueles homens foram antediluvianos – e ao que tudo indica, foram -, então esta informação só pode ter sido repassada ao autor do Gênesis através de histórias muito mais antigas do que ele próprio, ou seja, oriundas do próprio Noé. Sendo assim, não causaria espanto se Noé e seus filhos, juntamente com com suas respectivas esposas, viessem a ser lembrados por gerações posteriores como “guardiões” de um saber ou de um passado que os homens pós-diluvianos não teriam como saber por si sós. Talvez, muitos dos monumentos construídos antes e imediatamente após o dilúvio seja um reflexo direto de todo o conhecimento que o homem antigo possuia, haja vista que a expectativa de vida era de centenas de anos. Com a redução da longevidade humana, talvez os inúmeros conhecimentos técnico-científicos, repassados com uma determinada cadência de uma geração à outra, fossem se perdendo no tempo, com a homens vivendo cada vez menos e, portanto, com menos tempo para aprenderem sobre tudo o que seus antepassados desenvolveram e construíram. A humanidade estava fadada a redescobrir, na verdade, vários tipos de conhecimento em várias áreas do saber. Uma espécie de retrabalho, fruto direto da punição divina da ambição e violência humanas. Talvez seja por isso que saibamos tão pouco sobre nosso próprio passado, posto que a História tem sido escrita através das vidas de homens que vivem poucas décadas, hoje, e cuja volatilidade os impede, até em tempos da computação eletrônica da informação, de construir um registro seguro para a posteridade. 



Vídeos amadores que tentam lançar luz à questão da longevidade humana em tempos antigos. Fruto de uma boa pesquisa, o autor do vídeo utiliza-se das informações de vários tipos de documentários para ajudar na formulação de sua hipótese: a Bíblia tem razão em seus relatos. Será que as evidências dos gigantes, na verdade, estão presentes em todos os cantos, precisando apenas de pessoas (cientistas, pesquisadores e schoolars) que se insurjam contra o stablishment moderno. 

CONTINUA…..

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