Página de “Pastor ateu” é sucesso no Facebook….. é claro!

“Pastor ateu” é sucesso no Facebook

A página de Facebook Humans of New York é um dos maiores sucessos da rede social dos últimos meses. Criada pelo fotógrafo Brandon Stanton, o projeto levou para seu site http://www.humansofnewyork.com/ e para uma página de Facebook um conceito que ele iniciou com seu livro com o mesmo título e que esteve entre os mais vendidos dos EUA no final do ano passado.

Ao invés de lançar novas edições do livro, ele prefere atualizar várias vezes por dia sua página com novas fotografias. Cada imagem é acompanhada de um pequeno texto, reproduzindo uma fala da pessoa em questão. A ideia é simples e começou quando Brandon perdeu seu emprego no ramo das finanças no verão de 2010. Apaixonado por fotografia, ele começou a andar pela cidade, conversar com as pessoas, e fotografá-las. Isso deu origem ao que está sendo chamado de novo fenômeno das mídias sociais: o jornalismo cidadão.

Originalmente, ele iria registrar a vida de 10.000 nova-iorquinos. Com o sucesso do livro/site, ele ampliou o alvo e viu surgir dezenas de páginas semelhantes em diferentes cidades ao redor do mundo. Mas nenhuma delas tem o mesmo impacto da “Humans Of New York”, que acumula mais de 7 milhões e 250 mil curtidas. Algumas fotos são mais curtidas que outras. Contudo, a que mais teve repercussão foi a de um homem não identificado (Brandon não identifica as pessoas que entrevista), que faz um desabafo sobre por que perdeu a fé e deixou de ser pastor.

Eu fui um crente comprometido toda a minha vida. Durante 18 anos trabalhei em uma Igreja Batista do Sul. Ao todo, foram mais de 40 anos sendo evangélico. Fui ordenado pastor. Mas isso parou de fazer sentido para mim. Você vê pessoas fazendo coisas terríveis em nome da religião, e aí pensa: ‘Essas pessoas creem tanto quanto eu. Eles dizem que tem as mesmas convicções que eu.’ Mesmo assim, não faz mais sentido. Não faz sentido acreditar em um Deus que se interessa pelas pessoas. Se um avião cai e uma pessoa sobrevive, todos agradecem a Deus. Eles dizem: ‘Deus tem um propósito para essa pessoa. Deus a salvou por uma razão!’

Não percebemos o quanto isso é cruel é? Não percebemos como é cruel dizer que, se Deus tem um propósito para essa pessoa, também tinha um propósito em matar todo mundo naquele avião? Qual o propósito de milhões de crianças morrerem de fome? Um propósito para a escravidão e o genocídio? Toda vez que você diz que há um propósito por trás do sucesso de uma pessoa, você invalida bilhões de outras pessoas. Você diz que há um propósito para o sofrimento delas. E isso tudo é muito cruel.

Em pouco mais de 24 horas, foram 405.819 curtidas e 86.249 compartilhamentos. O material foi destaque também em fóruns da rede social Reddit. A repercussão foi muito grande, gerando um intenso debate. Entre os milhares de comentários há desde cristãos que o criticam por ter perdido a fé até ateus que o apoiam e dizem compreender seus sentimentos. O post foi destaque no site Patheos, dedicado a discutir questões religiosas.

Fonte: GP

NOTA: o velho problema do Mal, que corroi a fé de muitos cristãos…. eis um dos motivos do porquê de estudarmos uma boa apologética cristã. Questões como essa não são exclusivas deste desiludido Pastor…. milhares de cristãos genuínos têm dúvidas em seus corações e precisam estar abertos à força e intensidade das respostas que o Espírito traz…. as quais, muitas vezes, não são como nós as idealizamos; mas são as melhores respostas. Agora, por que este ex-Pastor faz tanto sucesso no Face? Não creio ter sido essa a sua intenção, ou seja, tornar-se um “ateu militante”. Mas, a desilusão niilista e hedonista que tem crassado em nossa sociedade ajuda a produzir admiradores do “Nada”… para quem todo o propósito da vida é justamente não ter propósito algum.

Cientistas descobrem as “fontes do grande abismo”?

Cientistas descobrem as

Geofísicos da Northwestern University e da Universidade do Novo México afirmaram ter descoberto um imenso reservatório de água abaixo da superfície. Seria um volume equivalente a três vezes o que existe nos oceanos da Terra.

A descoberta foi publicada na conceituada revista Science e pode mudar muitas teorias sobre a formação do planeta. A água está cerca de 660 quilômetros abaixo da superfície, presa em um mineral com estrutura de cristal.

Steve Jacobsen, da Northwestern, e coautor do estudo, explicou que sua pesquisa se baseia em dados do USArray, rede de sismógrafos que mede as vibrações de terremotos. “Os cientistas têm procurado por essas águas profundas há décadas”, comemorou o pesquisador.

Uma das teorias de Jacobsen é que essa água oculta serve como uma espécie de “apoio” para os oceanos na superfície. Isso explicaria por que eles sempre se mantiveram do mesmo tamanho por tantos anos.

Essa a água do interior da Terra pode ser levada à superfície pela atividade tectônica, como terremotos, maremotos e vulcões. O que “desbancaria” a teoria mais aceita atualmente de que a água veio em cometas de gelo que atingiram o planeta durante sua formação.

Brian Thomas, cientistas cristão ligado ao Instituto de Pesquisas da Criação, afirma que, se comprovados, esses oceanos subterrâneos podem reforçar a referência bíblica sobre o Dilúvio. Ele lembra que Gênesis 7:11 fala sobre “as fontes do grande abismo”, algo desconhecido até agora pela ciência e que geralmente era visto como mera linguagem figurada.

Para Thomas esse volume imenso “é consistente com a referência geral das Escrituras a águas profundas abaixo da terra.” Lembrou ainda que “ao contrário de pensadores seculares, cientistas bíblicos estão abertos à possibilidade de que Deus criou a Terra depois separou as águas, como ele diz em sua Palavra”.

Fonte: Gospel Prime

A mordaça fascista imposta sobre Rachel Sheherazade e a dinâmica da censura sutil nas leis de mídia propostas pelo PT

rachel

Segundo o Portal 100 Fronteiras, finalmente os fascistas do PT, PCdoB e PSOL conseguiram: a opinião de Rachel Sheherazade está formalmente censurada no SBT. E em pleno 2014 tudo isso ocorreu à luz do dia! Veja o texto:

O SBT decidiu cortar de seu principal telejornal os comentários pessoais que a apresentadora Rachel Sheherazade costumava fazer.

Em comunicado enviado nesta segunda (14), a emissora avisa que Sheherazade continuará dividindo a bancada com Joseval Peixoto no comando do SBT Brasil, mas que os comentários serão feitos em forma de Editorial.

De acordo com o comunicado, “essa medida tem como objetivo preservar os apresentadores”.

A apresentadora virou alvo do Ministério Público após fazer um comentário em que apoiava a ação de justiceiros no Rio de Janeiro.

Na ocasião, um grupo de jovens tinha acorrentado a um poste um jovem acusado de praticar um roubo.

Leia abaixo o comunicado na íntegra:

Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial.

Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil.

Bem, pelo menos o SBT não escondeu que foi vítima de censura. Senão, por que eles deveriam “preservar” Rachel?

Já aviso de antemão que nem sequer darei atenção à comentários advindos do direitismo depressivo, que aproveitarão a oportunidade para dizer que “tudo está perdido”. Meu foco é nos direitistas pragmáticos, que devem usar esse evento como uma oportunidade para expor definitivamente o PT como um partido ditador, junto a seus aliados PCdoB e PSOL.

Mais importante que isso é aproveitar o momento para explicar exatamente o que o PT e seus aliados socialistas querem com as famosas “leis de mídia”, que, segundo eles, são para “democratizar a mídia”. Mas, como já vimos no caso de Rachel, todas as intenções do PT se baseiam em censurar a dissidência. Sempre foi assim na Rússia, China, Cambodja e Cuba. Por que agora seria diferente?

Um dos principais itens da lei de mídia que o PT lutará para aprovar se baseia em “quebrar monopólio das grandes empresas de comunicação”. Como qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe, não existe monopólio, e hoje temos várias opções de empresas de comunicação e mídia.

Na verdade, as tais leis de mídia pregam o seguinte:

  • Retirar poder das empresas de comunicação e imprensa, deixando-as sempre com um tamanho reduzido
  • Com isso, elas são cada vez mais vulneráveis à pressão estatal
  • A partir dessa vulnerabilidade à pressão estatal, o governo decide o que vai ser divulgado nessas empresas

Toda proposta petista não é nada mais do que isso. O essencial é explicarmos para a população que aquilo que o PT e seus aliados conseguiram fazer contra Rachel é o que eles querem fazer contra todas as empresas a qualquer momento. Essa é a tal censura sutil (ou soft censorship, em que ao invés da censura ser feita a partir de um órgão estatal que formalmente diz o que pode ou não ser publicado, o governo utiliza o dinheiro de anúncios governamentais para exercer essa pressão de forma sutil)

De forma mais didática, a coisa funciona assim. Para pressionar o SBT, os socialistas do PT, PCdoB e PSOL usaram 150 milhões anuais da verba publicitária destinada ao canal. (Aliás, está aí mais uma das serventias da Petrobrás: ter seus anúncios usados como instrumento de chantagem em prol de uma censura feita pelo governo). Agora, imagine se ao invés de umas quatro ou cinco empresas grandes de mídia, tivéssemos umas 20 a 25 empresas, a partir da limitação do número de estações que cada uma possa ter. Imagine que a verba destinada a cada uma delas varie entre, vá lá, 20 a 60 milhões.

Quanto menor a empresa, maior a vulnerabilidade se ela perder uma fatia dos anúncios estatais, que serão usados pelo governo para definir o que vai ser publicado ou comunicado nessas mídias. Simples assim.

Claro que o cidadão humilde poderá perguntar: mas o que eu perco com isso? É, meus amigos, depois de Alinsky, temos que estar cientes de que temos que apelar ao auto-interesse humano na hora de explanar nossas propostas.

Se já sabemos que a lei de mídia do PT é focada em censura, é preciso agora explicar de forma simples e compreensível para o cidadão comum como a censura prejudica a vida do povo, especialmente o trabalhador mais humilde.

É fato que em um país sob censura (como ocorre na Argentina e na Venezuela), o povo demora muito mais para saber a real situação econômica de seu país. Veja os benefícios para um governo socialista ter a mídia amordaçada:

  • É mais fácil esconder os atos de corrupção do governo
  • É mais fácil esconder temporariamente os indicadores econômicos ruins
  • É mais fácil, enfim, distorcer quase todos os fatos a favor do governo

Enfim, com a censura sutil implementada de maneira formal, o povo demora muito mais para reagir à crise. E, em consequência, vai sofrer muito mais, como está acontecendo na Venezuela e na Argentina. Eles só chegaram nessa situação por que foi fácil para seus governos socialistas esconderem a crise por um bom tempo a partir da censura à imprensa.

Se o PT, o PCdoB e o PSOL estão tão dedicados à implantar a censura no Brasil, é claro que chegou a hora deles roerem o osso e levarem o país ao mesmo destino que Venezuela e Argentina. A única coisa que pode evitar esse colapso é sabermos da situação real da economia, da segurança e de outros fatores a partir de uma imprensa livre. É por isso que ter uma imprensa livre é tudo que o governo não quer.

Em síntese, é preciso criarmos um senso de urgência mostrando que não há agenda mais importante do que demolir as pretensões totalitárias do PT e seus aliados. Pretensões estas que serão mais facilmente alcançadas se eles conseguirem censurar a mídia.

Rachel Sheherazade se torna um exemplo vivo disto que afirmei. O PT e seus aliados continuam não dando a mínima para quase 60.000 assassinatos ocorridos por ano no Brasil. Mas agora a vida deles ficou mais fácil pois eles conseguiram censurar Rachel Sheherazade, uma das raras jornalistas que se preocuparam com a segurança dos cidadãos humildes.

Agora, com Rachel calada, muito provavelmente outros terão medo de criticar a violência excessiva cometida contra civis. Agora quem sabe o povo só se rebele quando o Brasil tiver, vá lá, uns 50% de todos os assassinatos do mundo. Aí nesse momento não vai ter censura de imprensa que esconda o fato. Até por que quando chegarmos neste estágio quase toda família humilde terá uma pessoa vítima de um latrocida ou estuprador, por exemplo.

Será que você quer deixar a coisa chegar nesse ponto? Se não quer, você pode ajudar divulgando para o máximo de pessoas quanto possível a urgência de lutarmos contra a censura governamental sobre a mídia.

(Créditos da imagem deste artigo ao Portal Libertar)

boicote1

Fonte: Ceticismo Político

A catástrofe interpretativa do filme “Noé”


noéEsse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio.

Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%.

 

Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir, do meu amigo Don Feder, traz a perspectiva dele, como um escritor judeu conservador, sobre o filme que aparenta tratar de Noé, um dos homens mais importante da Torá. Li vários artigos americanos sobre esse filme, e de longe o texto de Don é o melhor e merece ser divulgado aos quatro cantos do Brasil.

Por Don Feder

Traduzido por Julio Severo

Adaptado por Artur Eduardo
No filme “Noé,” a fábula ambientalista, aprendemos que pessoas más (descendentes de Caim) constroem cidades, comem carne e fazem armas. (Eles provavelmente pertenciam, na época antes do dilúvio, aos grupos contrários ao desarmamento da população.) Eles também fazem mineração a céu aberto, no processo transformando a terra numa desolação árida que parece o Afeganistão sem os conforto modernos.

As pessoas boas são vegetarianos que vivem em tendas, não fazem quase nada e têm uma população pequena, provavelmente porque praticam o planejamento familiar. Uma das muitas perguntas sem resposta do filme “Noé”: Se as pessoas boas (descendentes de Set) não comem carne, onde é que elas conseguem os couros de animais que usam? Presumivelmente, os couros são das criaturas que cometem suicídio depois de verem o “preconceito” das pessoas que acham que os seres humanos são mais importantes do que os animais.

O épico filme anti-bíblico de 130 milhões de dólares de Darren Aronofsky não tem quase nada do que a Bíblia relata acerca do dilúvio. Há uma arca, animais marchando de dois em dois, um dilúvio de proporções bíblicas e um homem chamado Noé. A semelhança termina aí. O filme “Noé” é anticristão e antijudaico, promove o controle populacional e é um aviso alegórico acerca da calamidade futura que será causada, de acordo com o filme, pelo aquecimento global. No filme, Deus é sempre mencionado como “o Criador.” Hollywood tem dificuldade de mencionar a palavra Deus.

“Tubalcaim”, interpretado pelo ator Ray Winstone, o estereótipo do “homem mau” para Hollywood: aquele que mistura necessariamente sadismo e defende os princípios que salvaguardam o cidadão. O resultado? Um líder que pilha, come carne crua…. e o pior: entrou na arca “escondido”!!! Hollywood se superando!

A Bíblia descreve Noé como “um homem justo” que era “perfeito em suas gerações” e “andou com Deus.”

O Noé de Aronofsky é o que os secularistas chamariam de fanático religioso. Cheio de autodepreciação e propenso a ataques violentos, ele se torna convencido de que Deus quer destruir a humanidade completamente. Portanto, o único propósito de Noé e sua família é construir a arca e salvar animais. Ao completar essa tarefa, as últimas pessoas da terra serão extintas. Quem aplaudiu muito esse filme na estreia, nas cadeiras da frente, foi o Movimento em Prol da Extinção Voluntária dos Seres Humanos e a entidade Pessoas em Prol do Tratamento Ético dos Animais.

Na representação de Russell Crowe, Noé é tão obcecado que ele planeja matar seus netos recém-nascidos para impedir o repovoamento do planeta. Esse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio. A velha rotina de Bill Cosby (“Certo, qual é o cúbito?”) era mais próxima do Gênesis — e entretinha muito mais. A Bíblia é um pouco vaga sobre as razões do dilúvio. A Bíblia explica: “A terra se perverteu diante de Deus e encheu-se de violência. Deus observou a terra e viu a que ponto de perversão havia chegado toda a humanidade, com suas práticas malignas” (Gênesis 6:11-12 KJA).

Pervertida de que jeito? Deus queria destruir o mundo por causa de roubos? Mais tarde em Gênesis, as cidades cananeias de Sodoma e Gomorra são destruídas, desta vez por fogo, por causa da perversão sexual. O termo “sodomita” não se refere a alguém que rouba mercadinhos. Tente imaginar Hollywood fazendo um filme que ataca sem misericórdia a imoralidade sexual, quando a indústria do entretenimento imita Lady Gaga na questão gay e apresenta a coabitação, o adultério e o aborto como escolhas de estilo de vida.

Ló e suas duas filhas fogem da destruição de Sodoma e Gomorra, enquanto sua esposa olha para trás, o que irá transformá-la numa “estátua de sal”, de acordo com o relato bíblico. 

O filme “Noé” não é sobre pecado no sentido tradicional, mas “pecado ambiental” — conforme recontado no Evangelho de “Santo Al Gore”. “E Deus olhou os gases de efeito estufa e eis que não estavam bons. E Ele disse: Que as calotas glaciais se derretam e os níveis dos mares se levantem até que tudo o que reste seja Kevin Costner em seu barco à vela buscando terra seca.”

Numa entrevista à revista New Yorker, Aronofsky admitiu: “Há uma instrução enorme no filme, uma mensagem forte acerca do dilúvio que está vindo por causa do aquecimento global.” Em outra parte, ele descreve Noé como “o primeiro ambientalista.” A revista Hollywood Reporter faz referências às “mensagens duras de Dia do Juízo Final Ecológico.”

O culto do aquecimento global tem todas as características de uma religião — profetas (Al Gore, sábios de Hollywood e cientistas numa ganância louca atrás de verbas governamentais de pesquisa), o mal (o motor de combustão interna, fábricas que usam carvão, crescimento populacional), o bem (medidas criadas para reduzir as emissões de CO2) e salvação e redenção (multas draconianas para os poluidores de carbono, rígidos limites na reprodução humana — para apagar as pegadas de carbono — e eventual revogação da revolução industrial). Os dissidentes não são meramente errados, eles são heréticos rotulados de “negadores” da mudança climática. No que depender dos ambientalistas, eles aplicarão a Inquisição na frente do prédio da ONU pela única preocupação dos poluentes liberados pela carne em chamas de suas vítimas.

Mas o culto do aquecimento global diverge da religião tradicional em dois aspectos significativos. O Judaísmo e o Cristianismo colocam o homem no centro, enquanto a religião do aquecimento global coloca o planeta no centro de tudo. No filme “Noé,” as palavras do primeiro capítulo de Gênesis são colocadas na boca do vilão Tubal-Caim, que diz a Noé que os animais foram criados para uso do homem (que devemos dominar sobre o mundo natural) para provar que essa ideia é muito má.

Ilustração egípcia que mostra gigantes dando equipamentos aos homens. Antediluvianos?

Há outra diferença. Geralmente, a religião judaica e cristã não pode ser provada ou refutada, pelo fato de que é baseada em algo fora da razão chamado fé. Embora seus adeptos não admitam, a religião do aquecimento global tem também como base a fé — crer na depravação da sociedade industrial e no mal do progresso. Infelizmente para os que a promovem, a religião do aquecimento global é comprovadamente falsa e cada vez mais refutada pela realidade. A terra não está ficando mais quente. As calotas polares não estão se encolhendo. O aumento dos níveis dos mares é insignificante e não existe nenhum Dia do Juízo Final Ecológico no horizonte. O planeta Terra tem frequentemente passado por ciclos de aquecimento e resfriamento. Muitos fatores podem afetar o clima, inclusive manchas solares.

A estação de furacões do ano passado no meio-oeste dos EUA foi a mais branda desde o início da década de 1960. Até mesmo o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (a Santa Inquisição dos alarmistas do aquecimento global) confessa que o aumento médio da temperaturas de superfície parou 15 anos atrás. Eles tentam evitar passar vergonha chamando isso de “pausa” — uma pausa bem longa, pelo visto.

Em dezembro passado, os cientistas da mudança climática foram à Antártica em busca de evidência para apoiar sua opinião “incontestável” e ficaram presos em mares de gelo que, de acordo com a teoria deles, não deveriam estar ali. O navio deles ficou totalmente preso no gelo. Vários navios quebra-gelo não conseguiram chegar até eles. (O gelo marítimo no Hemisfério Sul atingiu níveis recordes em setembro de 2013 — pelo segundo ano seguido.) Finalmente, eles foram resgatados de helicóptero do navio — salvos pela desgraçada tecnologia. Só faltou efeito especial.

Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%. Apesar disso, muitas pessoas que assistirem ao filme acreditarão que tem alguma relação com a Bíblia — com extrema liberdade artística, naturalmente. O analfabetismo bíblico é epidêmico nos Estados Unidos. Uma pesquisa realizada pela entidade de pesquisa Barna revela que 60% dos americanos adultos não conseguem citar cinco dos Dez Mandamentos. O teólogo batista Albert Mohler escreve que a pesquisa de opinião pública do Barna:

Indicou que pelo menos 12% dos adultos creem que Joana d’Arc é a esposa de Noé. Outra pesquisa de jovens que se formaram da escola secundária revelou que mais de 50% achavam que Sodoma e Gomorra eram marido e esposa. Um número considerável de entrevistados de uma pesquisa de opinião pública indicou que o Sermão da Montanha foi pregado por Billy Graham. Estamos muito encrencados.”

Tirando proveito dessa ignorância, o filme tem anjos caídos, chamados de “Sentinelas”, cobertos de pedra como castigo por ajudarem o homem caído dando-lhe tecnologia formada da terra. Parecendo Ents calcificados do “Senhor dos Anéis,” e discernindo a bondade interior de Noé (antes dele ficar maluco), as rochas eternas o ajudam a construir a Arca e o protegem dos filhos de Caim. Como Matusalém, Anthony Hopkins fornece mudança divertida e mais revisionismo. O hippie mais velho do mundo vive numa caverna, serve chá alucinógeno e prática bruxaria com uma semente mágica.

É, internauta…. este é um dos “anjos caídos” do filme “Noé”: misturou os anjos caídos com os gigantes de Gênesis cap. 6 e ainda os fez “bonzinhos” e “coitadinhos”, à la Senhor dos Anéis.

Escrevendo no site Aish.com, o rabino Benjamin Blech dá o alerta: “Saber que milhões de espectadores, depois de verem o filme, internalizarão o Noé de Russell Crowe, assim como muitas outras partes do enredo do filme que não têm nenhuma base na Bíblia ou qualquer outra fonte respeitável, todos os que respeitam a Torá e a guarda de suas verdades deveriam ficar muito preocupados.”

Depois de passar décadas (séculos se você quiser voltar à Revolução Francesa) tentando destruir o Judaísmo e o Cristianismo, a esquerda está agora os usando para avançar suas causas favoritas. Logo nos cinemas “Sodoma e Gomorra: A História Verdadeira” — em que as metrópoles da Mesopotâmia são destruídas por sua “homofobia,” sexismo e desigualdade de renda.

Fontes: Julio Severo e MsM

Rachel Sheherazade está com “dias contados” na TV

Rachel Sheherazade está com “dias contados” na TV

Cristã e conservadora, a jornalista Rachel Sheherazade não deve permanecer como âncora e comentarista do telejornal SBT Brasil. A informação do colunista do UOL, Ricardo Feltrin, é de que o SBT afastou Rachel por causa da pressão política e jurídica que vem recebendo. Oficialmente, Rachel Sheherazade está em férias. Mas, como informou o colunista, ela já havia tirado férias em janeiro, ocasião na qual viajou a Paris e, de lá, participou de um hangout com o cantor Lobão para falar justamente do tema da liberdade de expressão no Brasil. O SBT estaria sendo pressionado por comissões parlamentares e pela ameaça de perder mais de R$ 150 milhões em verbas publicitárias estatais. Com suas opiniões polêmicas sobre política e cultura, Sheherazade se tornou uma das vozes mais críticas ao governo Dilma.

Entenda o caso

As opiniões de Sheherazade sempre foram polêmicas. A mais controversa delas foi sobre a reação de populares no Rio de Janeiro que amarram um menor infrator a um poste. Para a jornalista, a reação dos populares é “compreensível” diante da ineficiência do Estado. A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) fez representação junto à Procuradoria Geral da República (PGR) contra a jornalista. A deputada comunista solicita investigação, alegando que a âncora do ‘SBT Brasil” cometeu crime de apologia e incitamento à tortura e ao linchamento. A representação foi aceita pela PGR. Além disso, Jandira Feghali e grupos de direitos humanos fazem pressão para que o SBT tenha suas verbas estatais suspensas até que o caso seja devidamente apurado e Rachel Sheherazade seja oficialmente afastada do programa.

Fonte: GP

Internet está afastando as pessoas da Igreja, afirma estudo

Internet está afastando as pessoas da igreja, diz estudo

Usar a Internet pode destruir a sua fé. Essa é a conclusão de um estudo recente mostrando que a queda dramática na filiação religiosa desde 1990 estaria intimamente ligada ao aumento do uso da Internet. Em 1990, cerca de 8% da população dos EUA não tinha filiação religiosa. Em 2010, esse percentual mais que dobrou, chegando a 18%. A diferença, cerca de 25 milhões de pessoas, indica o total de pessoas que, de alguma forma, abandonaram sua fé. Embora o levantamento tenha sido feito apenas no EUA, levanta a questão óbvia: Por que isso aconteceu?

Temos uma resposta possível graças ao trabalho de Allen Downey, um cientista da Olin College de Engenharia da Computação, com sede em Massachusetts. Ele analisou os dados detalhadamente. Sua tese é que são vários fatores, sendo o mais controverso a popularização da Internet. Downey defende que o aumento do uso da rede mundial nas últimas duas décadas causou grande impacto na filiação religiosa.

Os dados usados por Downey vem da General Social Survey, um estudo sociológico anual, promovido pela Universidade de Chicago. Desde 1972 são medidas questões demográficas e de comportamento. Além da preferência religiosa, as pessoas foram divididas por idade, nível de escolaridade, o grupo socioeconômico. As perguntas-chave dos estudos mais recentes são: “Em que religião você foi criado?” e “Quanto tempo você passa online?”.

Para Downey, é inegável que o declínio na frequência aos templos depende de vários fatores. Um dos que mais chama atenção é que 25% dos entrevistados se afastou da religião em que foi criado quando no ano em que ingressou na universidade. Na década de 1990, o uso da Internet passou a ser medido. Em 2010, 53% da população afirmava que passava duas horas por semana on-line, enquanto 25% ficava mais de 7 horas. A correlação entre aumento do tempo na internet e diminuição na frequência aos templos é baseada na teoria das estatísticas, pois seria um elemento novo na equação que mostrou resultados significativos.

Por exemplo, é fácil imaginar que uma pessoa que foi educada em uma determinada religião possa se afastar dela, mas a proporção atual foge das tendências ao longo da história. Logo, para os estatísticos deve haver algum fator determinante.  Para os pesquisadores, nenhum elemento novo causou tanto impacto na sociedade de maneira geral nos últimos 25 anos como o uso da Internet. “Para as pessoas que vivem em comunidades homogêneas, a Internet oferece oportunidades para se encontrar informações sobre pessoas de outras religiões (e sem religião), e de interagir com elas no nível pessoal”, defende Downey.

Perguntado se não haveria um “fator não identificado” que tenha influenciado a desfiliação religiosa, Downey descarta essa possibilidade. “Nós temos controlado todas as tendências, desde mudanças na educação, status socioeconômico e mudanças do ambientes rural/ urbano. Nenhum deles causou tanta alteração antes”, explica. A queda na filiação religiosa e o aumento no uso da Internet estão necessariamente ligados? Embora os resultados desta pesquisa possam ser questionados, para os pesquisadores, somente a continua análise desses dois elementos no futuro poderão comprovar definitivamente.

Fonte: GP

Agradando a “gregos e troianos”: porque o filme “Noé” de Darren Aronosky erra ao retratar um mundo pré-diluviano de forma arbitrária e distinta do que dizem as fontes antigas

OBS. 1: Não falamos exclusivamente sobre o filme, neste post, pois aproveitamos as polêmicas que envolvem o relato do Livro do Gênesis e do pseudo-epígrafo Livro de Enoque (cujos elementos estão presentes no longa) para falarmos sobre a perspectiva que afirma que os “filhos de Deus”, de Gênesis 6, são “anjos” e que os mesmos ensinaram os homens todo o seu conhecimento e coabitaram com mulheres, gerando uma raça híbrida, chamada nefilim ou gigantes. O texto a seguir pode contém spoilers do filme. Se você não quer saber detalhes sobre a produção, não leia os trechos que estão marcados. 

Confesso que há meses estava com uma expectativa muito grande para assistir “Noé”, megaprodução do diretor judeu Darren Aronosky. Admito, contudo, que estava desconfiado, pois todo o “zum-zum-zum” sobre o trabalho de Aronosky girava em torno de “Cisne Negro”, filme ganhador do Oscar, cuja estrela principal fora a atriz Natalie Portman. Aronosky – que deu várias entrevistas afirmando sempre “ter sido fascinado pela história bíblica de Noé” -, é um autor de drama… ganhou o maior prêmio de sua carreira com um filme melodramático e psicológico. A proposta de “Noé”, porém, é completamente diferente. Como toda grande história bíblica, a história de Noé só pode ser contada de duas maneiras: ou se segue o que a Bíblia diz, ou não! Ficar no “meio-termo”, no “chove não molha” , com elementos que combinam e contradizem a história bíblica, a esmo, sem qualquer explicação do porquê deste elemento ter coincidido com a Bíblia, enquanto aquele não, é um caminho perigoso e na grande maioria das vezes, inócuo. Não é à toa, neste caso, que inócuo parece com “oco”: essa é a sensação que o filme de Aronosky transmite após suas mais de duas horas de exibição. O filme tem sua dinâmica, todos ou quase todos os elementos estão lá, mas estes elementos não se combinam corretamente, dando-nos a impressão de que realmente falta substância à história. Os produtores e o diretor de “Noé” tentaram amenizar as críticas que o filme tem recebido (tanto de círculos religiosos quanto de não religiosos) apelando àquela velha ideia de “licença poética”, como se isso pudesse signifcar a descaracterização completa de elementos fundamentais da história.

A Bíblia é um livro revelacional e , sendo assim, suas histórias têm como objetivo explicitar algum aspecto da dogmática judaico-cristã. É um livro de moral, mas a moral divina, que sempre contrasta com a moralidade (ou amoralidade) humana, que está manchada por conta da Queda do primeiro homem, o pai de toda a raça humana: Adão. Esta atitude atual de se mostrar o Homem como uma “praga” é algo difícil de conceituar, porque facilmente chega-se a extremos. Pela Bíblia, é fato que o homem trouxe um mal terrível ao mundo, por conta da Queda. Isto ocasionou, tanto nos dias anteriores, quanto aos posteriores ao dilúvio, um estado de caos, violência, desigualdades e muita miséria. Contudo, não é possível que neguemos que o ser humano, como criado à imagem e semelhança de Deus, possua coisas boas, um entendimento correto acerca do bem e do mal, algo que o impele para também fazer o bem, a investigar a natureza e produzir algo bom para si e tudo o que o cerca. Esta tensão nas atitudes humanas é um ponto  dificultoso na análise atual do Homem em relação à natureza, o que está em clara evidência no filme estrelado pelo ator Russel Crowe, que faz o personagem principal. Percebe-se de imediato no filme que a Terra está devastada por causa da ganância do Homem: cenas de desertos áridos, pedregosos, com paisagens de árvores cortadas e de animais sendo caçados por homens é algo comum na película. Fala-se até mal do hábito carnívoro, como se fosse algo em si ruim, uma consequência do pecado humano o fato de comermos carne de alguns animais. 

ATENÇÃO, O TRECHO A SEGUIR COMENTA CENAS DO FILME

Mas, ok. Até poderíamos inferir que trata-se apenas de uma desagradável mistura de dogma antibíblico alinhado ao pensamento politicamente correto que está varrendo a Terra mais rápido do que as cidades dos “filhos de Caim”. Só que a coisa não pára por aí. No filme não se explica porquê os “anjos caídos” ou “Sentinelas” ajudam os filhos dos homens na construção das cidades e em todo o modus vivendi e operandi que será a causa da destruição do mundo. Digo isso pois este é o ponto mais fraco e decepcionante do filme: os anjos caídos. É quase que um consenso entre os principais estudiosos da Bíblia que os chamados “filhos de Deus” de Gênesis 6 sejam anjos ou “seres espirituais” que, conforme nos dizem as Escrituras, “deixaram sua própria habitação”. O problema (histórico) se dá em como a Igreja tem interpretado o significado de “espiritual” e “anjo”. Vejamos o que a Bíblia diz acerca dos ANJOS caídos: E a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia; como Sodoma, e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo- se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição“. Judas 1:6-7 Alguns afirmam que Judas está se referindo à Queda dos anjos após a rebelião de Satanás.

Mas, textualmente, isso é duvidoso… porque: A) em primeiro lugar, Judas cita o controverso “Livro de Enoque”, um pseudo-epígrafo que, ao que tudo indica, foi escrito no período interbíblico, mas que contém ensinos que o autor sagrado julgou pertinentes e necessários, inclusive citando-o literalmente, conforme pode ser visto em Judas 1:14-5, - cf. com Enoque 2:1. B) Em segundo lugar, o texto por nós destacado no Livro de Judas, que trata sobre o “abandono” dos anjos do seu “estado original”, liga-se à “prostituição”, conforme procederam os habitantes de Sodoma e Gomorra e das cidades circunvizinhas, as quais foram destruídas por Deus. A palavra traduzida por “domicílio”, no texto bíblico, é o grego “οικητηριον” (“oiketerion”), cujo verbete pode ser traduzido por “lugar do corpo para a habitação do espírito“. É-nos dito em 2 Coríntios 5:2 que seremos revestidos de nosso “novo domicílio espiritual”: “E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial; se, todavia, formos encontrados vestidos e não nus“. Esta é SEGUNDA E ÚNICA passagem bíblica em que encontramos o termo “oiketerion”, e em ambas o termo refere-se a “corpo espiritual”, um novo “domicílio espiritual”. Isto não era novidade aos cristãos do Novo Testamento, pois o Apóstolo Paulo nos diz sobre o “soma pneumatikos” (“corpo espiritual”): “Semeia- se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual“. 1 Coríntios 15:44.

Os atores Russel Crowe, “Noé” (a esq.) e Ray Winstone, “Tubalcaim” (à dir.) 

Assim, temos que houve uma miscigenação nos dias de Noé, algo que comprometeria toda a carne e que causara um mal extremo à raça humana, conforme nos dizem os livros de Gênesis e Enoque. Não tomamos o Livro de Enoque como “inspirado”, em absoluto. Mas, entendemos que, se o livro foi bom o bastante para ser citado ipsis literis pelo autor sagrado, então devemos prestar atenção àquilo que o livro diz, separando o que se alinha e o que porventura não se alinhe à mensagem bíblica. O fato é que deve ter acontecido realmente algo muito maligno, inclusive na carne humana, para que houvesse uma destruição global, como nos dias do dilúvio, e uma destruição pontual, como foi o caso das cidades de Sodoma e Gomorra e circunvizinhanças. Observe que o autor sagrado, o Ap. Judas, fala que os habitantes de Sodoma e Gomorra seguiram outra carneSabe-se que os habitantes de Sodoma foram “pecadores extremos” diante de Deus, pois, ao que tudo indica, iniciaram no mundo a prática do homossexualismo. Isso fica claro quando lemos sobre o que acontece quando os anjos vão livrar Ló da destruição da cidade, conforme nos registra Gênesis 19:1-11:

“Ao anoitecer, vieram os dois anjos a Sodoma, a cuja entrada estava Ló assentado; este, quando os viu, levantou- se e, indo ao seu encontro, prostrou- se, rosto em terra. E disse- lhes:Eis agora, meus senhores, vinde para a casa do vosso servo, pernoitai nela e lavai os pés; levantar- vos- eis de madrugada e seguireis o vosso caminho. Responderam eles:Não; passaremos a noite na praça. Instou- lhes muito, e foram e entraram em casa dele; deu- lhes um banquete, fez assar uns pães asmos, e eles comeram. Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze- os fora a nós para que abusemos deles. Saiu- lhes, então, Ló à porta, fechou- a após si e lhes disse:Rogo- vos, meus irmãos, que não façais mal; tenho duas filhas, virgens, eu vo- las trarei; tratai- as como vos parecer, porém nada façais a estes homens, porquanto se acham sob a proteção de meu teto. Eles, porém, disseram:Retira- te daí. E acrescentaram: Só ele é estrangeiro, veio morar entre nós e pretende ser juiz em tudo? A ti, pois, faremos pior do que a eles. E arremessaram- se contra o homem, contra Ló, e se chegaram para arrombar a porta. Porém os homens, estendendo a mão, fizeram entrar Ló e fecharam a porta; e feriram de cegueira aos que estavam fora, desde o menor até ao maior, de modo que se cansaram à procura da porta”.

___ From North America to South America Native American Lore Speaks of Giants ___                           Artwork by Ernist Nelson

As lendas de gigantes antigos estão presentes, assim como a história de um dilúvio global, em praticamente todas as culturas antigas. A imagem acima ilustra uma das muitas histórias de gigantes vivendo entre os antepassados dos índios norteamericanos. 

Pois bem, admitamos que um grupo de anjos caídos veio à Terra nos dias dos ascendentes de Noé, abandonou seu domicílio (oiketerion), desceu no Morte Hermon e lá fez um juramento de que não iria “voltar atrás” no desígnio de desobedecer a Deus, indo após outra carne, fazendo o que não lhe era natural e atraindo grande condenação sobre si. Admitamos, por um momento, que isso é um fato. Agora, vejamos se tal hipótese “fere” o que a Bíblia diz… ou se é o nosso próprio convencionalismo. Como disse anteriormente, um dos problemas reside naquilo que entendemos ou convencionamos com o termo “espiritual”. O que significa este termo? Vejamos o que nos dizem as Escrituras acerca dos anjos e do reino “espiritual”: “Respondeu- lhes Jesus: Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus? Pois, quando ressuscitarem de entre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento; porém, serão como os anjos nos céus.Quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido no Livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como Deus lhe falou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. Laborais em grande erro“. Marcos 12:25-27. A primeira coisa que nos salta aos olhos no texto acima é a expressão “…serão como os anjos“. Como assim? Bem, para que respondamos a pergunta, é interessante que observemos toda a sentença. Jesus está falando, neste texto, sobre a RESSURREIÇÃO DOS MORTOS.

Só quando os homens RESSUSCITAREM DOS MORTOS é que serão COMO OS ANJOS (nem antes, nem depois). Logo, não é na morte que os homens serão como os anjos, MAS NA RESSURREIÇÃO. Ora, nós teremos um “corpo revestido de incorruptibilidade”: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este CORPO corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o CORPO mortal se revista da imortalidade.” 1 Coríntios 15:51-53. Ora, é em CORPO (imortal) que “seremos como os anjos”. Em nenhum lugar das escrituras está se dizendo que “os anjos são assexuados“. O texto de Marcos diz que nós “seremos como os anjos”, ou seja, não mais casaremos e nos daremos em casamento… pois este é o estado dos anjos. “Não casar”, portanto, e “ter um corpo espiritual (incorrptível)” é o que pode nos ligar à condição similar a dos anjos. Não seremos anjos (a Bíblia não diz isso), mas como os anjos, tendo corpos incorruptíveis, vivendo exclusivamente para Deus. Realmente, não poderíamos ser anjos, pois, assim, seríamos transformados em outra coisa, que não homens com corpos glorificados (incorruptíveis). Os anjos jamais deveriam saber o que é o contato carnal do sexo e muito menos a procriação…. e é por isso que entendemos a gravidade do erro cometido pelos anjos, nos dias de Noé, e sua não menos grave punição.

Giants In Ancient History

Esta imagem em alto relevo pode ser a descrição de um antigo rei gigante sumeriano. 

A Bíblia assim relata os dias de Noé: Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram. Então, disse o SENHOR: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade. Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração; então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. Disse o SENHOR:Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito. Porém Noé achou graça diante do SENHOR. Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus. 10 Gerou três filhos: Sem, Cam e Jafé. Gênesis 6:1-9 com notas de Strong. O que nos chama à atenção de imediato é a expressão que está sublinhada. A palavra traduzida por “gigantes” é “נפיל” ou (“nephil”), provenientes da palavra “נפל” (“naphal”), cuja tradução pode ser “gigantes” ou “caídos”. Estes são claramente o fruto da união dos “filhos de Deus” com as “filhas dos homens”.

Esta corrupção do gênero humano, segundo o Livro de Enoque, começa nos dias de “Jared”, um ascendente de Enoque: E aconteceu depois que os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias, nasceram-lhe filhas, elegantes e belas. E quando os anjos, os filhos dos céus, viram-nas, enamoraram-se delas, dizendo uns para os outros: Vinde, selecionemos para nós mesmos esposas da progênie dos homens, e geremos filhos. Então seu líder Samyaza disse-lhes: Eu temo que talvez possais indispor-vos na realização deste empreendimento; E que só eu sofrerei por tão grave crime. Mas eles responderam-lhe e disseram: Nós todos juramos; (e amarraram-se por mútuos juramentos), que nós não mudaremos nossa intenção mas executamos nosso empreendimento projetado. Então eles juraram todos juntos, e todos se amarraram (ou uniram) por mútuo juramento. Todo seu número era duzentos, os quais descendiam de “Ardis” (“Ardis” é uma transliteração de “Jarede” e a frase pode ser entendida como “os quais procederam dos dias de Jarede“- grifo nosso. Livro de Enoque, cap. 7:1-7).O interessante aqui é que o Livro de Enoque, da tradição rabínica vétero-testamentária, cita os nomes dos “filhos dos céus” (ou “Sentinelas”), suas especificidades, ou seja, o quê realmente eles ensinaram aos filhos dos homens e como parecem ter se “arrependido” de seu mal, mas não foram ouvidos pelo Criador: foram “amarrados” e enviados ao “abismo” ou “tártaro”, sendo um deles, chamado Azazel (talvez o pior de todos) sido amarrado em um deserto e coberto de pedras para que não veja a luz. TODOS os anjos caídos (os 200 que eram liderados por Samyaza) foram amarrados até o juízo:

A ideia de “seres espirituais” (i.e., com “corpos espirituais”) coabitando com as mulheres humanas é antiga. A história descrita no Livro do Gênesis pode ter inspirado culturas posteriores, que deram àqueles anjos caídos o status de “deuses”. 

Além disso, Azazyel ensinou os homens a fazerem espadas, facas, escudos, armaduras (ou peitorais), a fabricação de espelhos e a manufatura de braceletes e ornamentos, o uso de pinturas, o embelezamento das sobrancelhas, o uso de todo tipo selecionado de pedras valiosas, e toda sorte de corantes, para que o mundo fosse alterado. A impiedade foi aumentada, a fonicação multiplicada; e eles transgrediram e corromperam todos os seus caminhos. Amazarak ensinou todos os sortilégios, e divisores de raízes; Armers ensinou a solução de sortilégios; Barkayal ensinou os observadores das estrelas, Tamiel ensinou astronomia; E Asaradel ensinou o movimento da lua, E os homens, sendo destruídos, clamaram, e suas vozes romperam os céus“. Enoque 8:1-9. Cf. Ibid. 7:9-11 (sobre os gigantes ou nephilim), 9:5, 10:1-17. ATENÇÃO, O TRECHO A SEGUIR COMENTA CENAS DO FILME Como se vê, há muito material que poderia ter sido trabalhado na produção “Noé”, mas que, no caso específico do longa de Aronosky, foi aumentada ao ponto da desconfiguração completa da história, por aquilo que os produtores chamaram de “licença poética”. É claro que uma história, mesmo uma baseada em fatos reais, cujas informações são esparsas (como é o caso do dilúvio bíblico), tem de seguir uma linha com coerência. Não é coerente ressaltar alguns aspectos da história bíblica e/ou pseudo-epígrafa e, arbitrariamente omitir outras.

A história ficou completamente sem sentido. Por exemplo, no livro do Gênesis, nos é dito que, após o dilúvio, Noé, que era lavrador, planta uma vinha, embriaga-se com vinho e fica nu na sua tenda. Cão, um de seus três filhos, vê a nudez de seu pai e o faz saber a seus irmãos, Sem e Jafé. Estes, por sua vez, com uma vestimenta, vão andando de costas (para não verem a nudez de seu pai) e o cobrem. Depois de desperto do efeito do vinho, Noé proclama sentenças nas quais abençoa a Sem e a Jafé, mas amaldiçoa Canaã, o filho mais novo de Cão. Apesar de a história não ser contada literalmente no filme, ela está lá. Por que ela está lá, se aspectos mais importantes do relato do próprio dilúvio não estão? Qual a base para se colocar um relato que, em comparação com a cerne da história, é meramente secundário? Ora, se houvesse o registro das bênçãos e maldições proferidas por Noé, tudo bem, mas não há isso no filme. Vê-se um jovem Cão confuso, que parece ter mais amor pelos homens do que Deus. Não há pregação de justiça por parte da linhagem de Set, o terceiro filho de Adão e Eva, que Deus lhes dera após a morte de seu filho Abel pelas mãos de seu irmão, Caim.

Imagem do filme “Noé”, de Darren Aronosky: os “anjos caídos” ou “Sentinelas”: se a base de tal história foi o Livro de Enoque, porque a história do filme não foi fiel à do livro? Os “anjos caídos” são retratados de uma forma confusa e aparentemente arbitrária, dando aquela sensação de pura mitologia, como em “O Senhor dos Anéis”, só que sem o enredo da obra de R. R. Tolkien. Maçante.

A Bìblia diz que Noé fora pregador de Justiça (2 Pedro 2:5), então é inconcebível ver um Noé que se esquiva dos homens, escondendo-se com a sua família. Ao mesmo tempo, vê-se homens que matam por nada, agem como animais irracionais, na medida em que os nefilim são vistos quase como figuras mitológicas à lá Senhor dos Anéis, o que, com certeza, irá confundir muito o público. Ora, se aqueles gigantes são a mesma coisa dos anjos caídos e são tão “bonzinhos” – ou seja, se a história difere tanto do relato bíblico e do de Enoque -, então por que manter os nomes dos anjos caídos? Ora, se eles são os mesmos descritos no livro de Enoque, então se relacionaram desobedientemente com mulheres, aprovaram as ações desoladoras de seus filhos gigantes (que, dentre outras atrocidades que cometiam, eram canibais e vis assassinos, conforme o Livro de Enoque), além de nada fazerem após virem, no decorrer das eras, os filhos dos homens degenerando totalmente o seu caminho mediante os ensinos que eles mesmos lhes haviam trazido. É por essas e outras que o filme “Noé”, ao que parece, tem tudo para se tornar um dos maiores fiascos cinematográficos da história. Pode até ter estreado em primeiro lugar nos EUA, mas o tempo dirá se minha análise está certa ou não.

Muitas pessoas não aceitarão o filme, que, como dissera no início, quer agradar a gregos e troianos. Se se coloca um relato da Criação a partir de Deus, com ingerências diretas de Deus na mesma, por que retratar a evolução das espécies, se isto não está nem de longe descrito na Bíblia? Foi uma infantilidade de Aronosky inserir, no relato da Criação, um viés evolucionista, o que se transformou num aspecto completamente nonsense do filme. Na ocasião em que vi o longa, pelo que percebi, o público não esboçou nenhuma reação (o cinema estava cheio), dando a entender que o filme claramente se colocava como mais do mesmo, ou seja, mais um no nível do politicamente corretos de Hollywood, mostrando um ser humano irracional e excessivamente mau, uma verdadeira “praga” para a natureza inocente, doce e que merece mais a terra do que o próprio Homem. A maldade dos seres humanos é repleta de histeria, como se os tais vivessem em orgias de sangue e violência desmedida, sem qualquer menção ao pecado, àquilo que fora realmente a causa da degeneração humana e que manchara de fato a criação de Deus desde o primeiro momento que surge nos corações dos homens. Isso, no filme, e mais uma parcela do show de discrepâncias em relação à história bíblica (aquela de Tubalcaim entrando escondido na arca foi demais!…) tornando o filme de Aronosky insípido, confuso, arbitrário e, por isso tudo, desinteressante. Não o indicaria sequer para um mero momento de descontração sem compromisso, como é o caso da maioria das pessoas que vai ao cinema por puro entretenimento. Totalmente descartável.

OBS. 2: breve estarei postando um outro estudo, sobre o “anjo” Azazel e uma provável menção que a Bíblia faz deste ser. 

Bíblia é o documento mais historicamente correto de todos os tempos

Chad Hovind, pastor da megaigreja Horizon Community, de 5.000 membros, em Cincinnati, Ohio, quer ajudar os cristãos a entender melhor por que a Bíblia é o documento “mais historicamente correto de todos os tempos”. Segundo Hovind, a visita do conhecido pregador Josh McDowell à sua igreja ajudou muitas pessoas a “abrirem os olhos” para alguns fatos fascinantes. O autor de “Mais que um carpinteiro” usou em suas palestras um rolo com os cinco primeiros livros da Bíblia (Torá) com cerca de 500 anos de idade. Ele permitiu que os presentes o tocassem e examinassem. Depois, explicou que aquele era um dos poucos manuscritos completos da Torá do mundo que não está em algum museu.

Durante sua apresentação, mostrou como eram as técnicas detalhadas dos antigos escribas judeus para certificarem-se que a Bíblia que temos em nossas mãos hoje ficasse livre de erros. Para McDowell, as tentativas constantes de atacar a credibilidade histórica da Bíblia são a ameaça mais comum, pois ela é a base da fé cristã. Lamentou que até mesmo os cristãos acreditam em ‘bobagens’ que visam desacreditar a maneira que o texto bíblico foi passado de geração em geração. O pastor Hovind enfatiza que as explicações de McDowell fizeram muitos dos presentes repensar a maneira como veem as Escrituras Sagradas e que essas verdades deveriam ser mais divulgadas. Para isso, pretende produzir um DVD com esse material, visando a multiplicação do conhecimento.

O rolo que McDowell usa para ensinar sobre o assunto foi copiado por escribas por volta de 1450 dC.  Possui grande valor histórico pois naquela época era muito comum que material religioso deste tipo fosse proibido e muitas vezes queimado, como resultado da perseguição judaica por parte da Igreja Católica. O compromisso de copiar as Escrituras era uma tarefa sagrada. Havia milhares de métodos de controle de qualidade destinados a assegurar sua confiabilidade. Os escribas eram obrigados a memorizar mais de 4000 leis antes de começar a escrever. Nada poderia ser escrito a partir da memória. Cada letra das copiadas obedecendo um sistema de três escriba. Depois que um escrevia, outro verificava cuidadosamente cada letra e um terceiro escriba verificava a obra final.  A maioria das cópias completas da Torá tinham cerca de 70 metros de comprimento e levavam mais de três anos para serem terminadas. Após a conclusão, três escribas verificavam o documento antes que ele pudesse ser usado.

Sabe-se que os escribas literalmente contavam as letras do começo ao fim. São exatamente 304.805 letras na Torá, parando a contagem na 152.402a letra (em Levítico 11:42). Ficou estabelecido que a próxima letra era a chamada “letra central”. Se ela não estivesse certa, o pergaminho todo precisava ser reexaminado. Se estivesse correta, continuavam contando para ver se a última letra do pergaminho totalizava 152.402. As Escrituras eram confirmadas por meio de um rolo de papel que servia como um certificado de que seguira todos os processos necessários, incluindo a verificação de três escribas e o sistema de contagem para confirmação. Até hoje, não se conhece na história da humanidade nenhum processo de cópia com tamanho compromisso com o controle de qualidade. Hovind e McDowell querem enfatizar aos leitores da Bíblia e também aos seus críticos que as antigas histórias de que as Escrituras foram alteradas ao longo do tempo são bobagem.

Embora as traduções possam variar, é possível ver cópias do documento mais historicamente confiável da história expostas em diversos museus. Ainda que se possa atacar seus ensinamentos, os fatos mostram que não há como questionar a seriedade do processo de cópia e a enorme quantidade de sangue que foi derramado para que o que Deus revelou ao homem fosse preservado. Letra por letra.

Fonte: GP

Última semana para se inscrever no curso de TEOLOGIA. O curso de FILOSOFIA segue com matrículas abertas até a segunda semana de Março

*Leituras Filosóficas, *Hermenêutica.

LIGUE HOJE MESMO. Você que mora em RECIFE, na RMR ou em cidades vizinhas, pode fazer seu curso com tranquilidade. 

Duração: 1 ano.

Sistema de Aulas: emprego de recursos multimídia, pesquisa, além das aulas objetivas. 

Horário: Aos sábados. O curso de TEOLOGIA (que já começou) é à tarde (das 14:30 às 18:00). O de FILOSOFIA será pela manhã (das 09:30 às 13:00). 

O curso equivale a um bacharelado em Teologia ou Filosofia? Não. É um curso livre, intensivo e aplicado (direcionado). Aqui é “o que importa saber”!

Pr. Artur Eduardo 3

OBS.: O Pr. e prof. Artur Eduardo tem mais de 15 anos de experiência no ensino de Teologia. Tem os cursos de Bel. em Teologia e Lic. em Filosofia, ambos por entidades credenciadas pelo MEC. É pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Teologia Bíblica. É Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco e doutorado em Teologia pela FAMA (SP).

Apesar de massiva propaganda secular, cerca de 50% dos americanos creem que ciência e religião podem caminhar juntas

  • Ciência e religião podem se misturar facilmente nos Estados Unidos, um país relativamente religioso, revelou uma pesquisa revelada no domingo, 16. O estudo da Universidade de Rice, no Texas, feita com mais de 10 mil americanos, inclusive cientistas e evangélicos. “Nós descobrimos que quase 50% dos (cristãos) evangélicos acreditam que ciência e religião podem trabalhar juntas e apoiam uma à outra”, afirmou a socióloga Elaine Howard Ecklund. Ecklund apresentou os resultados no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), em Chicago. Apesar de amplamente diverso, os Estados Unidos têm maioria cristã.

“Isto contrasta com o fato de que apenas 38% dos americanos sentem que ciência e religião podem trabalhar juntas”, explicou Ecklund. A consulta revelou que 27% dos americanos acreditam que ciência e religião estão em desacordo e que entre aqueles que se sentem dessa forma, 52% se posicionam do lado da religião. O estudo da Universidade de Rice demonstrou que os cientistas e a maioria da população são ativos similarmente em suas vidas religiosas. A pesquisa demonstrou que 18% dos cientistas assistiram a cultos religiosos semanais, em comparação com 20% da população em geral.

A consulta também demonstrou que 15% dos cientistas se consideram muito religiosos contra 19% da população em geral. Enquanto isso, 13,5% dos cientistas leem textos religiosos semanais, em comparação com 17% da população americana. Dezenove por cento rezam várias vezes ao dia contra 26% da população como um todo. Além disso, quase 36% dos cientistas afirmaram não ter dúvidas sobre a existência de Deus. “A maioria do que vemos nos noticiários é de histórias sobre estes dois grupos divergentes sobre questões controversas, como o ensino do criacionismo nas escolas”, disse Ecklund. Portanto, “esta é uma mensagem esperançosa para os desenvolvedores de políticas e educadores porque os dois grupos não têm que abordar a religião com uma atitude de combate”, prosseguiu Ecklund. “Ao invés disso, deveriam abordar o tema tendo a colaboração em mente”, concluiu.

Fonte: A Tarde