Kevin Sorbo, ator cristão que estrela o recente filme “Deus não está morto” (tradução não oficial), diz estar na lista negra de Hollywood simplesmente por ter uma visão conservadora em questões políticas e sociais, a qual, por fim acabou lhe custando papéis


  • Kevin Sorbo (à esq.), ator cristão conhecido pelo seriado Hércules.
“Não sou um cara de festas. Existem pessoas de ambos os lados da política com os quais eu não concordo. Por mim, eu busco ver quem vai ser a melhor pessoa (para o cargo político). E apenas isso, é o suficiente para me colocarem na lista negra de Hollywood”, disse Sorbo, de acordo com o site Epoch Times. “Eles (Hollywood) clamam por tolerância, liberdade de expressão, mas se você discordar de qualquer coisa que eles falem, eles podem te colocar na geladeira. Eles tem o poder de fazer isso”, acrescenta.
Sorbo se considera um dos poucos atores em Hollywood com coragem o suficiente para expressar sua opinião política, e admite votar em Democratas e Republicanos. Ele também diz que recebe bastante antipatia por ser cristão. “Existe também uma negatividade com pessoas que não são liberais. Não existe dúvida de que o que me queimou em Hollywood foi eu não ter votado no Obama”, Sorbo disse à Fox News.

Ele acrescentou “Eu sei, eu entendo, mas, estamos do mesmo lado, é tipo ‘Tudo bem, por que eu não posso ter uma opinião? Porque ela vai me custar trabalhos?’ Quer dizer, tem tanta raiva em Hollywood. É estranho. Seus argumentos não são lógicos, não se baseiam em fatos. Se você mostra os fatos, eles simplesmente dizem que você está errado e não dizem o porquê você está errado”.

Mais conhecido pelo seu papel como Hercules no seriado de TV dos anos 90, no filme “Deus não está morto”, Sorbo interpreta um professor ateu que desafia um de seus estudantes a provar a existência de Deus. Apesar de ser devotado a fé cristã, Sorbo admitiu que ele gostou de interpretar o papel.

“Eu não sou ateu, então interpretar um ateu até que foi divertido. Somos atores e é interessante interpretar diferentes papéis… O filme tem uma grande mensagem… Eu adoro fazer filmes baseados na fé mas não quero eles como que fazendo parte do coro. Vocês já têm o coro. Eles são as pessoas que acreditam em Deus, em Jesus. Filmes assim são para aqueles que estão em cima do muro, para aqueles indecisos, por assim dizer”. Disse Sorbo, de acordo com o site Beliefnet.

“Deus não está morto” foi lançado em menos de 1.000 salas de cinema nos Estados Unidos no dia 21 de Março e já arrecadou mais de 8 milhões de dólares no final de semana de estreia, desbancando produções milionárias, como o épico “300: A Ascenção do Império”.

Fonte: Christian Post

Página de “Pastor ateu” é sucesso no Facebook….. é claro!

“Pastor ateu” é sucesso no Facebook

A página de Facebook Humans of New York é um dos maiores sucessos da rede social dos últimos meses. Criada pelo fotógrafo Brandon Stanton, o projeto levou para seu site http://www.humansofnewyork.com/ e para uma página de Facebook um conceito que ele iniciou com seu livro com o mesmo título e que esteve entre os mais vendidos dos EUA no final do ano passado.

Ao invés de lançar novas edições do livro, ele prefere atualizar várias vezes por dia sua página com novas fotografias. Cada imagem é acompanhada de um pequeno texto, reproduzindo uma fala da pessoa em questão. A ideia é simples e começou quando Brandon perdeu seu emprego no ramo das finanças no verão de 2010. Apaixonado por fotografia, ele começou a andar pela cidade, conversar com as pessoas, e fotografá-las. Isso deu origem ao que está sendo chamado de novo fenômeno das mídias sociais: o jornalismo cidadão.

Originalmente, ele iria registrar a vida de 10.000 nova-iorquinos. Com o sucesso do livro/site, ele ampliou o alvo e viu surgir dezenas de páginas semelhantes em diferentes cidades ao redor do mundo. Mas nenhuma delas tem o mesmo impacto da “Humans Of New York”, que acumula mais de 7 milhões e 250 mil curtidas. Algumas fotos são mais curtidas que outras. Contudo, a que mais teve repercussão foi a de um homem não identificado (Brandon não identifica as pessoas que entrevista), que faz um desabafo sobre por que perdeu a fé e deixou de ser pastor.

Eu fui um crente comprometido toda a minha vida. Durante 18 anos trabalhei em uma Igreja Batista do Sul. Ao todo, foram mais de 40 anos sendo evangélico. Fui ordenado pastor. Mas isso parou de fazer sentido para mim. Você vê pessoas fazendo coisas terríveis em nome da religião, e aí pensa: ‘Essas pessoas creem tanto quanto eu. Eles dizem que tem as mesmas convicções que eu.’ Mesmo assim, não faz mais sentido. Não faz sentido acreditar em um Deus que se interessa pelas pessoas. Se um avião cai e uma pessoa sobrevive, todos agradecem a Deus. Eles dizem: ‘Deus tem um propósito para essa pessoa. Deus a salvou por uma razão!’

Não percebemos o quanto isso é cruel é? Não percebemos como é cruel dizer que, se Deus tem um propósito para essa pessoa, também tinha um propósito em matar todo mundo naquele avião? Qual o propósito de milhões de crianças morrerem de fome? Um propósito para a escravidão e o genocídio? Toda vez que você diz que há um propósito por trás do sucesso de uma pessoa, você invalida bilhões de outras pessoas. Você diz que há um propósito para o sofrimento delas. E isso tudo é muito cruel.

Em pouco mais de 24 horas, foram 405.819 curtidas e 86.249 compartilhamentos. O material foi destaque também em fóruns da rede social Reddit. A repercussão foi muito grande, gerando um intenso debate. Entre os milhares de comentários há desde cristãos que o criticam por ter perdido a fé até ateus que o apoiam e dizem compreender seus sentimentos. O post foi destaque no site Patheos, dedicado a discutir questões religiosas.

Fonte: GP

NOTA: o velho problema do Mal, que corroi a fé de muitos cristãos…. eis um dos motivos do porquê de estudarmos uma boa apologética cristã. Questões como essa não são exclusivas deste desiludido Pastor…. milhares de cristãos genuínos têm dúvidas em seus corações e precisam estar abertos à força e intensidade das respostas que o Espírito traz…. as quais, muitas vezes, não são como nós as idealizamos; mas são as melhores respostas. Agora, por que este ex-Pastor faz tanto sucesso no Face? Não creio ter sido essa a sua intenção, ou seja, tornar-se um “ateu militante”. Mas, a desilusão niilista e hedonista que tem crassado em nossa sociedade ajuda a produzir admiradores do “Nada”… para quem todo o propósito da vida é justamente não ter propósito algum.

Cientistas descobrem as “fontes do grande abismo”?

Cientistas descobrem as

Geofísicos da Northwestern University e da Universidade do Novo México afirmaram ter descoberto um imenso reservatório de água abaixo da superfície. Seria um volume equivalente a três vezes o que existe nos oceanos da Terra.

A descoberta foi publicada na conceituada revista Science e pode mudar muitas teorias sobre a formação do planeta. A água está cerca de 660 quilômetros abaixo da superfície, presa em um mineral com estrutura de cristal.

Steve Jacobsen, da Northwestern, e coautor do estudo, explicou que sua pesquisa se baseia em dados do USArray, rede de sismógrafos que mede as vibrações de terremotos. “Os cientistas têm procurado por essas águas profundas há décadas”, comemorou o pesquisador.

Uma das teorias de Jacobsen é que essa água oculta serve como uma espécie de “apoio” para os oceanos na superfície. Isso explicaria por que eles sempre se mantiveram do mesmo tamanho por tantos anos.

Essa a água do interior da Terra pode ser levada à superfície pela atividade tectônica, como terremotos, maremotos e vulcões. O que “desbancaria” a teoria mais aceita atualmente de que a água veio em cometas de gelo que atingiram o planeta durante sua formação.

Brian Thomas, cientistas cristão ligado ao Instituto de Pesquisas da Criação, afirma que, se comprovados, esses oceanos subterrâneos podem reforçar a referência bíblica sobre o Dilúvio. Ele lembra que Gênesis 7:11 fala sobre “as fontes do grande abismo”, algo desconhecido até agora pela ciência e que geralmente era visto como mera linguagem figurada.

Para Thomas esse volume imenso “é consistente com a referência geral das Escrituras a águas profundas abaixo da terra.” Lembrou ainda que “ao contrário de pensadores seculares, cientistas bíblicos estão abertos à possibilidade de que Deus criou a Terra depois separou as águas, como ele diz em sua Palavra”.

Fonte: Gospel Prime

A mordaça fascista imposta sobre Rachel Sheherazade e a dinâmica da censura sutil nas leis de mídia propostas pelo PT

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Segundo o Portal 100 Fronteiras, finalmente os fascistas do PT, PCdoB e PSOL conseguiram: a opinião de Rachel Sheherazade está formalmente censurada no SBT. E em pleno 2014 tudo isso ocorreu à luz do dia! Veja o texto:

O SBT decidiu cortar de seu principal telejornal os comentários pessoais que a apresentadora Rachel Sheherazade costumava fazer.

Em comunicado enviado nesta segunda (14), a emissora avisa que Sheherazade continuará dividindo a bancada com Joseval Peixoto no comando do SBT Brasil, mas que os comentários serão feitos em forma de Editorial.

De acordo com o comunicado, “essa medida tem como objetivo preservar os apresentadores”.

A apresentadora virou alvo do Ministério Público após fazer um comentário em que apoiava a ação de justiceiros no Rio de Janeiro.

Na ocasião, um grupo de jovens tinha acorrentado a um poste um jovem acusado de praticar um roubo.

Leia abaixo o comunicado na íntegra:

Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial.

Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil.

Bem, pelo menos o SBT não escondeu que foi vítima de censura. Senão, por que eles deveriam “preservar” Rachel?

Já aviso de antemão que nem sequer darei atenção à comentários advindos do direitismo depressivo, que aproveitarão a oportunidade para dizer que “tudo está perdido”. Meu foco é nos direitistas pragmáticos, que devem usar esse evento como uma oportunidade para expor definitivamente o PT como um partido ditador, junto a seus aliados PCdoB e PSOL.

Mais importante que isso é aproveitar o momento para explicar exatamente o que o PT e seus aliados socialistas querem com as famosas “leis de mídia”, que, segundo eles, são para “democratizar a mídia”. Mas, como já vimos no caso de Rachel, todas as intenções do PT se baseiam em censurar a dissidência. Sempre foi assim na Rússia, China, Cambodja e Cuba. Por que agora seria diferente?

Um dos principais itens da lei de mídia que o PT lutará para aprovar se baseia em “quebrar monopólio das grandes empresas de comunicação”. Como qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe, não existe monopólio, e hoje temos várias opções de empresas de comunicação e mídia.

Na verdade, as tais leis de mídia pregam o seguinte:

  • Retirar poder das empresas de comunicação e imprensa, deixando-as sempre com um tamanho reduzido
  • Com isso, elas são cada vez mais vulneráveis à pressão estatal
  • A partir dessa vulnerabilidade à pressão estatal, o governo decide o que vai ser divulgado nessas empresas

Toda proposta petista não é nada mais do que isso. O essencial é explicarmos para a população que aquilo que o PT e seus aliados conseguiram fazer contra Rachel é o que eles querem fazer contra todas as empresas a qualquer momento. Essa é a tal censura sutil (ou soft censorship, em que ao invés da censura ser feita a partir de um órgão estatal que formalmente diz o que pode ou não ser publicado, o governo utiliza o dinheiro de anúncios governamentais para exercer essa pressão de forma sutil)

De forma mais didática, a coisa funciona assim. Para pressionar o SBT, os socialistas do PT, PCdoB e PSOL usaram 150 milhões anuais da verba publicitária destinada ao canal. (Aliás, está aí mais uma das serventias da Petrobrás: ter seus anúncios usados como instrumento de chantagem em prol de uma censura feita pelo governo). Agora, imagine se ao invés de umas quatro ou cinco empresas grandes de mídia, tivéssemos umas 20 a 25 empresas, a partir da limitação do número de estações que cada uma possa ter. Imagine que a verba destinada a cada uma delas varie entre, vá lá, 20 a 60 milhões.

Quanto menor a empresa, maior a vulnerabilidade se ela perder uma fatia dos anúncios estatais, que serão usados pelo governo para definir o que vai ser publicado ou comunicado nessas mídias. Simples assim.

Claro que o cidadão humilde poderá perguntar: mas o que eu perco com isso? É, meus amigos, depois de Alinsky, temos que estar cientes de que temos que apelar ao auto-interesse humano na hora de explanar nossas propostas.

Se já sabemos que a lei de mídia do PT é focada em censura, é preciso agora explicar de forma simples e compreensível para o cidadão comum como a censura prejudica a vida do povo, especialmente o trabalhador mais humilde.

É fato que em um país sob censura (como ocorre na Argentina e na Venezuela), o povo demora muito mais para saber a real situação econômica de seu país. Veja os benefícios para um governo socialista ter a mídia amordaçada:

  • É mais fácil esconder os atos de corrupção do governo
  • É mais fácil esconder temporariamente os indicadores econômicos ruins
  • É mais fácil, enfim, distorcer quase todos os fatos a favor do governo

Enfim, com a censura sutil implementada de maneira formal, o povo demora muito mais para reagir à crise. E, em consequência, vai sofrer muito mais, como está acontecendo na Venezuela e na Argentina. Eles só chegaram nessa situação por que foi fácil para seus governos socialistas esconderem a crise por um bom tempo a partir da censura à imprensa.

Se o PT, o PCdoB e o PSOL estão tão dedicados à implantar a censura no Brasil, é claro que chegou a hora deles roerem o osso e levarem o país ao mesmo destino que Venezuela e Argentina. A única coisa que pode evitar esse colapso é sabermos da situação real da economia, da segurança e de outros fatores a partir de uma imprensa livre. É por isso que ter uma imprensa livre é tudo que o governo não quer.

Em síntese, é preciso criarmos um senso de urgência mostrando que não há agenda mais importante do que demolir as pretensões totalitárias do PT e seus aliados. Pretensões estas que serão mais facilmente alcançadas se eles conseguirem censurar a mídia.

Rachel Sheherazade se torna um exemplo vivo disto que afirmei. O PT e seus aliados continuam não dando a mínima para quase 60.000 assassinatos ocorridos por ano no Brasil. Mas agora a vida deles ficou mais fácil pois eles conseguiram censurar Rachel Sheherazade, uma das raras jornalistas que se preocuparam com a segurança dos cidadãos humildes.

Agora, com Rachel calada, muito provavelmente outros terão medo de criticar a violência excessiva cometida contra civis. Agora quem sabe o povo só se rebele quando o Brasil tiver, vá lá, uns 50% de todos os assassinatos do mundo. Aí nesse momento não vai ter censura de imprensa que esconda o fato. Até por que quando chegarmos neste estágio quase toda família humilde terá uma pessoa vítima de um latrocida ou estuprador, por exemplo.

Será que você quer deixar a coisa chegar nesse ponto? Se não quer, você pode ajudar divulgando para o máximo de pessoas quanto possível a urgência de lutarmos contra a censura governamental sobre a mídia.

(Créditos da imagem deste artigo ao Portal Libertar)

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Fonte: Ceticismo Político

A catástrofe interpretativa do filme “Noé”


noéEsse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio.

Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%.

 

Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir, do meu amigo Don Feder, traz a perspectiva dele, como um escritor judeu conservador, sobre o filme que aparenta tratar de Noé, um dos homens mais importante da Torá. Li vários artigos americanos sobre esse filme, e de longe o texto de Don é o melhor e merece ser divulgado aos quatro cantos do Brasil.

Por Don Feder

Traduzido por Julio Severo

Adaptado por Artur Eduardo
No filme “Noé,” a fábula ambientalista, aprendemos que pessoas más (descendentes de Caim) constroem cidades, comem carne e fazem armas. (Eles provavelmente pertenciam, na época antes do dilúvio, aos grupos contrários ao desarmamento da população.) Eles também fazem mineração a céu aberto, no processo transformando a terra numa desolação árida que parece o Afeganistão sem os conforto modernos.

As pessoas boas são vegetarianos que vivem em tendas, não fazem quase nada e têm uma população pequena, provavelmente porque praticam o planejamento familiar. Uma das muitas perguntas sem resposta do filme “Noé”: Se as pessoas boas (descendentes de Set) não comem carne, onde é que elas conseguem os couros de animais que usam? Presumivelmente, os couros são das criaturas que cometem suicídio depois de verem o “preconceito” das pessoas que acham que os seres humanos são mais importantes do que os animais.

O épico filme anti-bíblico de 130 milhões de dólares de Darren Aronofsky não tem quase nada do que a Bíblia relata acerca do dilúvio. Há uma arca, animais marchando de dois em dois, um dilúvio de proporções bíblicas e um homem chamado Noé. A semelhança termina aí. O filme “Noé” é anticristão e antijudaico, promove o controle populacional e é um aviso alegórico acerca da calamidade futura que será causada, de acordo com o filme, pelo aquecimento global. No filme, Deus é sempre mencionado como “o Criador.” Hollywood tem dificuldade de mencionar a palavra Deus.

“Tubalcaim”, interpretado pelo ator Ray Winstone, o estereótipo do “homem mau” para Hollywood: aquele que mistura necessariamente sadismo e defende os princípios que salvaguardam o cidadão. O resultado? Um líder que pilha, come carne crua…. e o pior: entrou na arca “escondido”!!! Hollywood se superando!

A Bíblia descreve Noé como “um homem justo” que era “perfeito em suas gerações” e “andou com Deus.”

O Noé de Aronofsky é o que os secularistas chamariam de fanático religioso. Cheio de autodepreciação e propenso a ataques violentos, ele se torna convencido de que Deus quer destruir a humanidade completamente. Portanto, o único propósito de Noé e sua família é construir a arca e salvar animais. Ao completar essa tarefa, as últimas pessoas da terra serão extintas. Quem aplaudiu muito esse filme na estreia, nas cadeiras da frente, foi o Movimento em Prol da Extinção Voluntária dos Seres Humanos e a entidade Pessoas em Prol do Tratamento Ético dos Animais.

Na representação de Russell Crowe, Noé é tão obcecado que ele planeja matar seus netos recém-nascidos para impedir o repovoamento do planeta. Esse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio. A velha rotina de Bill Cosby (“Certo, qual é o cúbito?”) era mais próxima do Gênesis — e entretinha muito mais. A Bíblia é um pouco vaga sobre as razões do dilúvio. A Bíblia explica: “A terra se perverteu diante de Deus e encheu-se de violência. Deus observou a terra e viu a que ponto de perversão havia chegado toda a humanidade, com suas práticas malignas” (Gênesis 6:11-12 KJA).

Pervertida de que jeito? Deus queria destruir o mundo por causa de roubos? Mais tarde em Gênesis, as cidades cananeias de Sodoma e Gomorra são destruídas, desta vez por fogo, por causa da perversão sexual. O termo “sodomita” não se refere a alguém que rouba mercadinhos. Tente imaginar Hollywood fazendo um filme que ataca sem misericórdia a imoralidade sexual, quando a indústria do entretenimento imita Lady Gaga na questão gay e apresenta a coabitação, o adultério e o aborto como escolhas de estilo de vida.

Ló e suas duas filhas fogem da destruição de Sodoma e Gomorra, enquanto sua esposa olha para trás, o que irá transformá-la numa “estátua de sal”, de acordo com o relato bíblico. 

O filme “Noé” não é sobre pecado no sentido tradicional, mas “pecado ambiental” — conforme recontado no Evangelho de “Santo Al Gore”. “E Deus olhou os gases de efeito estufa e eis que não estavam bons. E Ele disse: Que as calotas glaciais se derretam e os níveis dos mares se levantem até que tudo o que reste seja Kevin Costner em seu barco à vela buscando terra seca.”

Numa entrevista à revista New Yorker, Aronofsky admitiu: “Há uma instrução enorme no filme, uma mensagem forte acerca do dilúvio que está vindo por causa do aquecimento global.” Em outra parte, ele descreve Noé como “o primeiro ambientalista.” A revista Hollywood Reporter faz referências às “mensagens duras de Dia do Juízo Final Ecológico.”

O culto do aquecimento global tem todas as características de uma religião — profetas (Al Gore, sábios de Hollywood e cientistas numa ganância louca atrás de verbas governamentais de pesquisa), o mal (o motor de combustão interna, fábricas que usam carvão, crescimento populacional), o bem (medidas criadas para reduzir as emissões de CO2) e salvação e redenção (multas draconianas para os poluidores de carbono, rígidos limites na reprodução humana — para apagar as pegadas de carbono — e eventual revogação da revolução industrial). Os dissidentes não são meramente errados, eles são heréticos rotulados de “negadores” da mudança climática. No que depender dos ambientalistas, eles aplicarão a Inquisição na frente do prédio da ONU pela única preocupação dos poluentes liberados pela carne em chamas de suas vítimas.

Mas o culto do aquecimento global diverge da religião tradicional em dois aspectos significativos. O Judaísmo e o Cristianismo colocam o homem no centro, enquanto a religião do aquecimento global coloca o planeta no centro de tudo. No filme “Noé,” as palavras do primeiro capítulo de Gênesis são colocadas na boca do vilão Tubal-Caim, que diz a Noé que os animais foram criados para uso do homem (que devemos dominar sobre o mundo natural) para provar que essa ideia é muito má.

Ilustração egípcia que mostra gigantes dando equipamentos aos homens. Antediluvianos?

Há outra diferença. Geralmente, a religião judaica e cristã não pode ser provada ou refutada, pelo fato de que é baseada em algo fora da razão chamado fé. Embora seus adeptos não admitam, a religião do aquecimento global tem também como base a fé — crer na depravação da sociedade industrial e no mal do progresso. Infelizmente para os que a promovem, a religião do aquecimento global é comprovadamente falsa e cada vez mais refutada pela realidade. A terra não está ficando mais quente. As calotas polares não estão se encolhendo. O aumento dos níveis dos mares é insignificante e não existe nenhum Dia do Juízo Final Ecológico no horizonte. O planeta Terra tem frequentemente passado por ciclos de aquecimento e resfriamento. Muitos fatores podem afetar o clima, inclusive manchas solares.

A estação de furacões do ano passado no meio-oeste dos EUA foi a mais branda desde o início da década de 1960. Até mesmo o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (a Santa Inquisição dos alarmistas do aquecimento global) confessa que o aumento médio da temperaturas de superfície parou 15 anos atrás. Eles tentam evitar passar vergonha chamando isso de “pausa” — uma pausa bem longa, pelo visto.

Em dezembro passado, os cientistas da mudança climática foram à Antártica em busca de evidência para apoiar sua opinião “incontestável” e ficaram presos em mares de gelo que, de acordo com a teoria deles, não deveriam estar ali. O navio deles ficou totalmente preso no gelo. Vários navios quebra-gelo não conseguiram chegar até eles. (O gelo marítimo no Hemisfério Sul atingiu níveis recordes em setembro de 2013 — pelo segundo ano seguido.) Finalmente, eles foram resgatados de helicóptero do navio — salvos pela desgraçada tecnologia. Só faltou efeito especial.

Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%. Apesar disso, muitas pessoas que assistirem ao filme acreditarão que tem alguma relação com a Bíblia — com extrema liberdade artística, naturalmente. O analfabetismo bíblico é epidêmico nos Estados Unidos. Uma pesquisa realizada pela entidade de pesquisa Barna revela que 60% dos americanos adultos não conseguem citar cinco dos Dez Mandamentos. O teólogo batista Albert Mohler escreve que a pesquisa de opinião pública do Barna:

Indicou que pelo menos 12% dos adultos creem que Joana d’Arc é a esposa de Noé. Outra pesquisa de jovens que se formaram da escola secundária revelou que mais de 50% achavam que Sodoma e Gomorra eram marido e esposa. Um número considerável de entrevistados de uma pesquisa de opinião pública indicou que o Sermão da Montanha foi pregado por Billy Graham. Estamos muito encrencados.”

Tirando proveito dessa ignorância, o filme tem anjos caídos, chamados de “Sentinelas”, cobertos de pedra como castigo por ajudarem o homem caído dando-lhe tecnologia formada da terra. Parecendo Ents calcificados do “Senhor dos Anéis,” e discernindo a bondade interior de Noé (antes dele ficar maluco), as rochas eternas o ajudam a construir a Arca e o protegem dos filhos de Caim. Como Matusalém, Anthony Hopkins fornece mudança divertida e mais revisionismo. O hippie mais velho do mundo vive numa caverna, serve chá alucinógeno e prática bruxaria com uma semente mágica.

É, internauta…. este é um dos “anjos caídos” do filme “Noé”: misturou os anjos caídos com os gigantes de Gênesis cap. 6 e ainda os fez “bonzinhos” e “coitadinhos”, à la Senhor dos Anéis.

Escrevendo no site Aish.com, o rabino Benjamin Blech dá o alerta: “Saber que milhões de espectadores, depois de verem o filme, internalizarão o Noé de Russell Crowe, assim como muitas outras partes do enredo do filme que não têm nenhuma base na Bíblia ou qualquer outra fonte respeitável, todos os que respeitam a Torá e a guarda de suas verdades deveriam ficar muito preocupados.”

Depois de passar décadas (séculos se você quiser voltar à Revolução Francesa) tentando destruir o Judaísmo e o Cristianismo, a esquerda está agora os usando para avançar suas causas favoritas. Logo nos cinemas “Sodoma e Gomorra: A História Verdadeira” — em que as metrópoles da Mesopotâmia são destruídas por sua “homofobia,” sexismo e desigualdade de renda.

Fontes: Julio Severo e MsM

Rachel Sheherazade está com “dias contados” na TV

Rachel Sheherazade está com “dias contados” na TV

Cristã e conservadora, a jornalista Rachel Sheherazade não deve permanecer como âncora e comentarista do telejornal SBT Brasil. A informação do colunista do UOL, Ricardo Feltrin, é de que o SBT afastou Rachel por causa da pressão política e jurídica que vem recebendo. Oficialmente, Rachel Sheherazade está em férias. Mas, como informou o colunista, ela já havia tirado férias em janeiro, ocasião na qual viajou a Paris e, de lá, participou de um hangout com o cantor Lobão para falar justamente do tema da liberdade de expressão no Brasil. O SBT estaria sendo pressionado por comissões parlamentares e pela ameaça de perder mais de R$ 150 milhões em verbas publicitárias estatais. Com suas opiniões polêmicas sobre política e cultura, Sheherazade se tornou uma das vozes mais críticas ao governo Dilma.

Entenda o caso

As opiniões de Sheherazade sempre foram polêmicas. A mais controversa delas foi sobre a reação de populares no Rio de Janeiro que amarram um menor infrator a um poste. Para a jornalista, a reação dos populares é “compreensível” diante da ineficiência do Estado. A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) fez representação junto à Procuradoria Geral da República (PGR) contra a jornalista. A deputada comunista solicita investigação, alegando que a âncora do ‘SBT Brasil” cometeu crime de apologia e incitamento à tortura e ao linchamento. A representação foi aceita pela PGR. Além disso, Jandira Feghali e grupos de direitos humanos fazem pressão para que o SBT tenha suas verbas estatais suspensas até que o caso seja devidamente apurado e Rachel Sheherazade seja oficialmente afastada do programa.

Fonte: GP

Internet está afastando as pessoas da Igreja, afirma estudo

Internet está afastando as pessoas da igreja, diz estudo

Usar a Internet pode destruir a sua fé. Essa é a conclusão de um estudo recente mostrando que a queda dramática na filiação religiosa desde 1990 estaria intimamente ligada ao aumento do uso da Internet. Em 1990, cerca de 8% da população dos EUA não tinha filiação religiosa. Em 2010, esse percentual mais que dobrou, chegando a 18%. A diferença, cerca de 25 milhões de pessoas, indica o total de pessoas que, de alguma forma, abandonaram sua fé. Embora o levantamento tenha sido feito apenas no EUA, levanta a questão óbvia: Por que isso aconteceu?

Temos uma resposta possível graças ao trabalho de Allen Downey, um cientista da Olin College de Engenharia da Computação, com sede em Massachusetts. Ele analisou os dados detalhadamente. Sua tese é que são vários fatores, sendo o mais controverso a popularização da Internet. Downey defende que o aumento do uso da rede mundial nas últimas duas décadas causou grande impacto na filiação religiosa.

Os dados usados por Downey vem da General Social Survey, um estudo sociológico anual, promovido pela Universidade de Chicago. Desde 1972 são medidas questões demográficas e de comportamento. Além da preferência religiosa, as pessoas foram divididas por idade, nível de escolaridade, o grupo socioeconômico. As perguntas-chave dos estudos mais recentes são: “Em que religião você foi criado?” e “Quanto tempo você passa online?”.

Para Downey, é inegável que o declínio na frequência aos templos depende de vários fatores. Um dos que mais chama atenção é que 25% dos entrevistados se afastou da religião em que foi criado quando no ano em que ingressou na universidade. Na década de 1990, o uso da Internet passou a ser medido. Em 2010, 53% da população afirmava que passava duas horas por semana on-line, enquanto 25% ficava mais de 7 horas. A correlação entre aumento do tempo na internet e diminuição na frequência aos templos é baseada na teoria das estatísticas, pois seria um elemento novo na equação que mostrou resultados significativos.

Por exemplo, é fácil imaginar que uma pessoa que foi educada em uma determinada religião possa se afastar dela, mas a proporção atual foge das tendências ao longo da história. Logo, para os estatísticos deve haver algum fator determinante.  Para os pesquisadores, nenhum elemento novo causou tanto impacto na sociedade de maneira geral nos últimos 25 anos como o uso da Internet. “Para as pessoas que vivem em comunidades homogêneas, a Internet oferece oportunidades para se encontrar informações sobre pessoas de outras religiões (e sem religião), e de interagir com elas no nível pessoal”, defende Downey.

Perguntado se não haveria um “fator não identificado” que tenha influenciado a desfiliação religiosa, Downey descarta essa possibilidade. “Nós temos controlado todas as tendências, desde mudanças na educação, status socioeconômico e mudanças do ambientes rural/ urbano. Nenhum deles causou tanta alteração antes”, explica. A queda na filiação religiosa e o aumento no uso da Internet estão necessariamente ligados? Embora os resultados desta pesquisa possam ser questionados, para os pesquisadores, somente a continua análise desses dois elementos no futuro poderão comprovar definitivamente.

Fonte: GP