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Ensino cristão pode (pasmem!) virar “crime” no Reino Unido!!!

Um importante teólogo anglicano alertou que o ensino cristão tradicional, como acreditar que Jesus é o filho de Deus, pode tornar-se crime no Reino Unido. O jornal Telegraph pulicou uma entrevista com o pastor Mike Ovey, que também é advogado, atual diretor de Oak Hill Theological College, em Londres. Ele denuncia que a proposta do primeiro-ministro britânico David Cameron, que deveria minimizar o extremismo religioso pode ser “um desastre” para o ensino religioso no país. “Como advogado acho que é um desastre. Como crente e professor cristão acho que é um desastre”, asseverou Ovey.  A proposta que deveria defender o que vem sendo chamado de “valores britânicos”, como a democracia, a tolerância e o Estado de direito, poderá reprimir qualquer ponto de vista que se oponha a esses valores. Ovey lembra que no Reino Unido um grande número de casos recentes comprova que a sociedade tem se voltado contra pregadores cristãos. Vários foram presos após pessoas se queixarem às autoridades de sua mensagem, considerando-a “homofóbica” ou “discurso de ódio”. Para o pastor, depois da homofobia, o próximo passo é lutarem contra o aborto, assunto que tem cada vez mais levantado debates entre os ingleses. Em breve poderá chegar ao cerne da fé cristã, uma vez que afirmar que Jesus é o filho de Deus apresenta-se como uma ofensa aos muçulmanos, grupo religioso que mais cresce no Reino Unido. Cameron, que pertence ao Partido Conservador, conseguiu uma surpreendente vitória nas eleições gerais de maio, dando-lhes um poder maior desde então. O primeiro-ministro britânico disse em várias ocasiões que é cristão. Contudo, na mensagem de Páscoa este ano, limitou-se a dizer que o cristianismo é “a base de uma boa sociedade.” Uma vez que a Igreja Anglicana é a igreja nacional do Reino Unido, não raro políticas afetam as decisões religiosas. Fonte: GP

Vejam que coisa: Universidade de Santa Maria e uma das mais bizarras cenas de antissemitismo na história recente do Brasil

O pró-reitor da Universidade Federal de Santa Maria (RS), José Fernando Schlosser, fez um ofício aos responsáveis pelos cursos de pós-graduação da Universidade “sobre a presença ou perspectivas de discentes e/ou docentes israelentes” na pós-graduação.

A requisição atende a um pedido de várias organizações esquerdistas, inclusive um tal “Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino”.

A ideologia palestina, que é uma mistura de estratégia de dominação islâmica da Terra Prometida com Teologia da Libertação Palestina, busca demonizar os judeus e cortar seus espaços.

A embaixada israelense no Brasil, segundo o Radar Online, está acompanhando o caso da Universidade Federal de Santa Maria.

Fonte: Julio Severo

NOTA: se este documento é verdadeiro, creio que deveria haver processo criminal, início de procedimento de demissão do professor que requereu aquelas informações em nome do tal “Comitê Santamarinense de Solideriedade do Povo Palestino” e a renúncia do reitor da UFSM. Uma VERGONHA abjeta, para se dizer o mínimo!

Cresce tensão no Mar Negro: avião militar russo desvia de porta-aviões americano (em inglês)

A Russian Tu-95 bomber or 'Bear'
                     Earlier this month Britain and Sweden said that they had scrambled fighters to intercept Russian bombers near their territory. Photograph: Sergei Karpukhin/Reuters.

The source was quoted as saying that the US destroyer Ross was moving along the edge of Russia’s territorial waters and heading in their direction.

“The crew of the ship acted provocatively and aggressively, which concerned the operators of monitoring stations and ships of the Black Sea Fleet,” RIA quoted the source as saying.

“Su-24 attack aircraft demonstrated to the American crew readiness to harshly prevent a violation of the frontier and to defend the interests of the country.”

Russia’s Defence Ministry was not immediately available to comment on the report.

The incident is the latest example of encounters between Russian and western militaries, as tensions continue over the crisis in Ukraine and Russia’s annexation of the Crimea peninsula, home to its Black Sea Fleet, last year.

Earlier this month Britain and Sweden said that they had scrambled fighters to intercept Russian bombers near their territory.

The US said last month it was filing a complaint to Russia over a Russian fighter’s “sloppy” and unsafe interception of a US reconnaisance plane in international aerospace over the Baltic Sea.

Fonte: The Guardian

Aos 10 anos, menina já leu mais de 400 livros e monta biblioteca em casa

 Uma menina de 10 anos, que leu mais de 400 livros, quer incentivar outras pessoas a gostar tanto de ler quanto ela. Kaciane passa boa parte do dia lendo, a cada nova página, uma descoberta. “Parece que eu estou viajando sem sair do lugar”, descreve Kaciane Marques Nascimento, 10 anos.

E, para não perder as contas de quantas viagens já fez, ela anota tudo em um caderninho. E a lista é enorme. Aos 10 anos, a menina já leu 409 livros. Na escola estadual onde cursa a quinta série, ela ganhou até um apelido.”A gente brinca que ela é a menina que devora livros”, conta uma colega da escola.

A paixão pelos livros começou assim que foi alfabetizada. A professora Maria Cristina foi uma das grandes incentivadoras. “Desde o primeiro livro ela ficou super entusiasmada e veio falar que amou. Ela leu o livro em dois dias. Para uma criança de 7 anos, é demais “, lembra Maria Cristina de Godoy, Professora. “Às vezes tem que brigar para ela parar de ler. Chega a hora de jantar, de tomar banho, e ela está lá lendo”, conta Adriana Cunha, mãe da Kaciane.

Depois de ler tantos livros, Kaciane decidiu incentivar outras crianças e jovens a fazer o mesmo. Foi então que teve a ideia de montar, em casa mesmo, uma biblioteca. O problema era como fazer isso. Um pouco antes de fazer aniversário, a menina, sozinha, gravou um vídeo pedindo ajuda e postou na internet: “Eu queria pedir a ajuda de vocês, porque meu sonho é montar uma biblioteca”.

E muita gente se sensibilizou. Em três meses, Kaciane perdeu até a cama de tantos livros que ganhou: 2 mil exemplares. O dono de uma escola particular gostou tanto da determinação da menina que resolveu dar de presente a biblioteca. A obra, no fundo da casa da família, na periferia de São José do Rio Preto, já está adiantada. E é a própria Kaciane quem supervisiona tudo.

Contagem regressiva para ver o sonho virar realidade. “Eu vou incentivar crianças, adolescentes e adultos e idosos a gostar de ler. Acho importante”, planeja a menina.

“A Kaciane já está fazendo a diferença”, destaca a professora.

Fonte: O Globo

Desertor soviético descreve a mão da Rússia sobre Snowden

O general Ion Mihai Pacepa, o oficial de mais alta patente que desertou do bloco soviético, disse ao Accuracy in Media que as recentes revelações do caso Snowden-NSA o convenceram de que a chegada do informante Snowden na Rússia foi “o resultado de uma bem planejada operação de inteligência russa” contra os Estados Unidos.

Snowden “é um agente do serviço de inteligência russo no exterior”, concluiu o general.

O mais recente livro de Pacepa, Disinformation, escrito em co-autoria com o professor Ronald Rychlak, foi publicado pelo WND Books. Segundo ele, o presidente russo Vladimir Putin, antigo oficial da KGB, e os seus camaradas transformaram a Rússia na “primeira ditadura de inteligência da história”.

Pacepa fez as observações sobre Snowden em resposta a uma solicitação do AIM para que comentasse a informação da mídia russa de que, antes ir para Moscou, Snowden ficou vários dias morando no consulado russo em Hong Kong. Esta revelação contradisse as alegações russas de que a decisão de Snowden de ir para Moscou foi uma surpresa e não era esperada.

“Os americanos dizem que se você realmente quer conhecer alguém, deve caminhar uma milha usando os sapatos dele”. disse o general. “Eu usei os sapatos da desinformação durante muitas milhas e durante muitos anos e tenho boas razões para acreditar que a ‘surpresa’  de Moscou com a chegada do informante Snowden é o resultado de uma operação de desinformação”.

“Poucos outsiders sabiam que durante a Guerra Fria havia mais gente no bloco soviético trabalhando para a desinformação da KGB do que para as forças armadas e para a indústria da defesa soviéticas somadas. A maior parte dessa imensa rede de desinformação sobreviveu e certamente fará tudo o que puder para persuadir o resto do mundo que Snowden é um simples funcionário terceirizado que agiu por conta própria. A recente revelação de que Snowden passou vários dias escondido no consulado russo em Hong Kong certamente não ajudará o Kremlin a manter as mãos limpas por muito tempo em relação a essa deserção.” explicou Pacepa.

Na minha coluna sobre este assunto, afirmei que a informação da mídia russa sobre a estadia de Snowden no consulado russo, não anteriormente revelada, não apenas era prova de que Putin mentira descaradamente sobre o relacionamento de Snowden com a Rússia mas que ele está agora se gabando de ter levado a cabo esta imensa operação de enganação. Dentre outras coisas, Putin disse anteriormente que não queria que Snowden prejudicasse a segurança dos seus “parceiros americanos”.

Em um clássico caso de desinformação – uma velha tática soviética –, “os russos querem que as pessoas acreditem que Snowden era um delator procurando desesperadamente um lugar para onde ir” escrevi em minha coluna.

Descrevendo a própria deserção, Pacepa afirma que as pessoas devem analisar o quão diferente foi a chegada de Snowden a Moscou em comparação com a sua chegada aos EUA, e como as evidências indicam que o caso NSA-Snowden foi uma operação planejada do início ao fim, concebida para confundir o mundo sobre as reais intenções da Rússia e do informante da NSA.

Também observamos que o contato de Snowden, Glenn Greenwald, do jornal The Guardian, havia sido um palestrante regular em conferências comunistas internacionais.

“Em 1978, quando eu finalmente tomei a decisão de romper com o comunismo, trouxe apenas uma câmera com algumas fotos da minha filha e um relógio de pulso com a assinatura do rei Hussein da Jordânia no mostrador, que eu havia acabado de ganhar do rei por – como ele disse – ter salvo a sua vida de uma tentativa da assassinato preparada pelo líder da OLP, Yasser Arafat” disse Pacepa. “Eu era o chefe da espionagem romena e poderia ter trazido centenas de documentos altamente secretos – em filme, microfilme ou microdot. Tudo o que eu quisesse. Mas não o fiz porque estava dando aquele gigantesco passo por mim mesmo e poderia ter sido preso na fronteira romena. Outros desertores do meu serviço secreto, o DIE (Departamentul de Informatii Externe), haviam fugido antes de mim. Pelo que sei, nenhum deles havia trabalhado para outro serviço secreto, e nenhum havia levado nenhum documento confidencial. Naquele instante, tudo o que eu queria, e tudo o que os outros desertores queriam, era escapar com vida, e contar as nossas histórias.”

Pacepa explicou: “Durante a Guerra Fria, houve centenas de outros desertores do bloco soviético movidos por iniciativa própria e, pelo que sei, nenhum fugiu carregado com documentos secretos. Mesmo o famoso arquivista da KGB, coronel Vasili Mitrokhin, que, na década de 1990, nos forneceu cerca de 25 mil páginas de documentos altamente confidenciais (descrito pelo FBI como o ‘mais completo e extenso arquivo secreto jamais recebido de qualquer fonte’) não ousou cruzar a fronteira com os documentos escondidos. Quem os contrabandeou da Rússia foi o MI6”.

Snowden, entretanto, esteve juntando documentos secretos durante meses, incluindo informações reveladas pelo The Washington Post no seu jornal de sexta-feira sobre o “black budget” (NT: orçamento secreto) das agências de inteligência americanas. O material fora “fornecido ao The Washington Post pelo ex-funcionário de inteligência terceirizado Edward Snowden” disse o jornal.  Esta é apenas a mais recente revelação de Snowden, e mais foi prometido.

O jornal acrescentou “o The Post está retendo informações após ter consultado oficiais americanos que expressaram preocupação com o risco para as fontes e métodos de inteligência”. Mas não há dúvida de que os nossos adversários e inimigos, como a Rússia, agora têm acesso a esses detalhes.

Enquanto isso, a EFF – Electronic Frontier Foundation, patrocinada por George Soros – recepcionará, em 19 de setembro, um evento para os “vencedores do Pioneer Award de 2013”, incluindo Glenn Greenwald e Laura Poitras, que trabalharam com Snowden quando ele fez as suas revelações contra a NSA. A EFF recebeu quase um milhão de dólares de George Sores e das suas fundações ao longo dos últimos cinco anos.

Greenwald e Poitras podem ser acusados de espionagem por sua participação na facilitação das revelações e das viagens de Snwoden.

Por sua própria admissão, Poitras tem sido parada por oficiais de imigração em muitas ocasiões diferentes, entrando e saindo dos EUA, enquanto o “parceiro” sexual de Glenn Greenwald, um brasileiro chamado David Miranda, foi recentemente detido pelas autoridades britânicas durante uma viagem a Londres. Miranda esteve em Berlin onde se encontrou com Poitras.

David Barrett, correspondente do London Telegraph, informa que Oliver Robbins, representante do conselheiro nacional de inteligência, segurança e resiliência no Cabinet Office fez um relatório de 13 páginas informando que Miranda estava transportando “cerca de 58 mil documentos de inteligência do Reino Unido altamente secretos”.

Robbins teria dito que o governo tem sido forçado a assumir que as cópias das informações que estavam com Snowden “agora estão nas mãos de governos estrangeiros após a sua viagem a Moscou via Hong Kong”.

Fontes: MsM, Accuracy in Media

China cria ilhas artificiais e gera instabilidade na região. O objetivo? Guerra!!

 

Nuvem de barcos chineses joga areia sobre corais de Mischief para forjar ilhas. Foto Digital Globe.
Nuvem de barcos chineses joga areia sobre corais de Mischief para forjar ilhas.
Foto Digital Globe.

Novas fotografias satelitais revelaram a extensão das ilhas artificiais que Pequim está construindo no Mar da China, visando disputas territoriais com os vizinhos, escreveu The Telegraph, de Londres. Tiradas durante várias semanas, as fotos flagraram navios chineses dragando o fundo do mar para transformar em “terra firme” cerca de 1,5 milhas quadradas de bancos de corais semi-submersos e ali construir prédios. As imagens – capturadas pela DigitalGlobe, firma comercial provedora de imagens satelitais – foram analisadas pelo Center for Strategic and International Studies – CSIS, de Washington, e mostram um banco de coral a oeste das disputadas ilhas Spratly, cuja soberania é reclamada pelos seguintes países: Brunei, Malásia, Filipinas, Taiwan e Vietnã.

Foto aérea de 2014 mostra navios chineses montando estruturas sobre ‘terras’ ganhas ao banco de coral Johnson nas ilhas Spratly. Foto CSIS

Diplomatas consultados disseram acreditar que as estruturas servem para bases de apoio a manobras militares em futuros conflitos. Os esforços bélicos chineses foram criticados pelo almirante americano Harry Harris Junior, chefe supremo da Marinha americana no Pacífico.

Ele descreveu a tentativa como “provocadora” e visando construir uma “Grande Muralha de Areia”. O almirante falou em Camberra e alertou para as “crescentes tensões regionais” que vêm acompanhadas de um “potencial erro de cálculo”, noticiou também The Telegraph. Leia-se um monte de palha e uma faísca que pode atear o incêndio. Pequim insiste pura e simplesmente que as ilhas são suas. O Ocidente acusa a ditadura socialista de aplicar uma política de “poder = direito”.

O presidente Xi está aparecendo como o líder mais autoritário desde que Mao Tsé-Tung aplicou reformas de estrutura que resultaram nas maiores chacinas da História. Xi Jinping planeja presidir a maior parada militar da história chinesa para comemorar os 70 anos do fim da II Guerra Mundial, data muito cara à Rússia Soviética e à Rússia de Putin, mas que não se aplica com propriedade à guerra no Oriente.

Guarda-costas chinês escoltado por barco filipino perto do recife de Second Thomas.
Guarda-costas chinês escoltado por barco filipino
perto do recife de Second Thomas.

Os diplomatas ocidentais relutam em assistir a essa parada, que tem um caráter ofensivo, sobretudo para o vizinho Japão.

“[A parada] passa a ideia de que os chineses estão organizando seu exército com revanchismo”, disse Sheila Smith, autora deIntimate Rivals: Japanese Domestic Politics and a Rising China (Rivais íntimos: A política interior japonesa e a emergente China). “Trata-se de saber quem é o maior no bloco [amarelo]”. A China defende que a construção das ilhas é “legal e justificada”. Mas Pequim sequer respeita as leis escritas chinesas em se tratando de liquidar opositores ou simplesmente em afiançar a hegemonia socialista.

Fonte: Pesadelo Chinês