Diferenças irreconciliáveis entre o Cristianismo e o Islamismo

No início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão, eles escreveriam, mais tarde: “Nós não mudamos de religião. O sangue de Jesus nos salvou […]. O que ocorreu foi o gracioso ato divino da redenção”.

O pai os repudiou. “Poderia ter sido pior” – escreveram eles – “De acordo com a hadith 9.57, nós três deveríamos ter sido mortos”. Eles só voltaram a ver o pai dezessete anos depois, em 1999, quatro dias antes da morte dele. E ele morreu muçulmano.

Hoje em dia, Ergun e Emir Caner são professores cristãos de história eclesiástica e teologia, e autores de um livro extraordinário, intitulado Unveiling Islam (Revelando o Islã, Kregel Publications). O livro está repleto de informações históricas sobre Maomé e a fé islâmica, e esclarece de forma brilhante as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islamismo.

Maomé versus Jesus

Aos quarenta anos, Maomé começou a ter convulsões, e afirmava que foi através delas que recebeu a revelação de Deus (Alá), por meio do anjo Gabriel. Porém, ele tinha um “medo mortal” da fonte dessa revelação e achava estar possuído por demônios. Foi sua esposa que o convenceu do contrário.

Os Caner escrevem: “As dúvidas de Maomé são perturbadoras. Será que um autêntico profeta de Deus duvidaria da fonte de sua revelação? […] Certamente nenhum dos genuínos profetas da Bíblia atribuiu a revelação de Deus aos demônios”.

Maomé incumbiu todo muçulmano de empreender a guerra santa, a jihad. Em 627, na cidade de Medina, ele ordenou que 800 judeus fossem enterrados numa trincheira com as cabeças para fora, sem a menor possibilidade de reação, e depois decapitados, “um procedimento que levou um dia inteiro e prosseguiu pela noite adentro […]. Jesus, por sua vez, não ordenou as cruzadas assassinas” – declararam os Caner. “Maomé era desumano na batalha […]. Porém, a única vida que Jesus Cristo entregou voluntariamente foi a Sua própria. Seu caráter demonstra compaixão contínua e incontestável. Maomé, por outro lado, era imprevisível e hostil aos que se recusavam a segui-lo”.

“vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos” (sura 9.123).

Os Caner continuam:

Ele matava seus críticos por expressarem seu pensamento, ordenou o espancamento de uma mulher para obter informações e manteve relações sexuais com uma criança de nove anos. Além disso, era um general sanguinário e atacava caravanas apenas para conseguir dinheiro para a expansão de seu movimento. Ele chegou até a quebrar as regras de guerra, comandando um ataque durante um mês sagrado.

Maomé “raramente conseguia uma conversão que não fosse através de coação”. Além disso, confiava em suas próprias boas obras para chegar ao céu, e ordenou aos muçulmanos: “…matai os idólatras onde quer que os encontreis” (sura 9.5). Foi ele que fez constar do Corão a ordenança para a execução, crucificação, mutilação ou exílio de qualquer um que fizesse “guerra a Deus (Alá) e a seu Mensageiro…” (sura 5.33).

Ao contrário do cristianismo, o islamismo não tem o conceito de um relacionamento pessoal com Deus, e a ênfase que Jesus dava ao amor é completamente estranha ao islã: “O amor não entra na equação, pois a religião muçulmana está fundamentada no senso de dever e no desejo de receber a recompensa” – afirmam os Caner. Enquanto a Bíblia ensina “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5.44), os muçulmanos são ensinados a odiar os inimigos de Alá (como faz o próprio Alá), e o Corão promete o paraíso a todos os que morrerem lutando pelo islã.

Lutar até a morte

O Corão ensina seus seguidores a lutar até que o islamismo domine o mundo:

“Que combatam pela causa de Deus (Alá) os que trocam esta vida terrena pela vida futura! Pois quem combater pela causa de Deus, quer sucumba quer vença, conceder-lhe-emos grandes recompensas” (sura 4.74).

“Os crentes combatem na senda de Deus (Alá); os descrentes combatem na senda do ídolo Tagut. Combatei, pois, os aliados do demônio. A astúcia do demônio é ineficaz” (sura 4.76).

“Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles” (sura 9.5)

“Combatei-os: Deus (Alá) os castigará por vossas mãos e os humilhará e vos dará a vitória sobre eles…” (sura 9.14).

“Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus nem no último dia e nem proíbem o que Deus (Alá) e seu Mensageiro proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo” (9.29).

“Mas o Mensageiro e os que creram lutaram com seus bens e sua vida. A abundância e a vitória lhes pertencerão” (sura 9.88).

“vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos” (sura 9.123).

“Quando, no campo da batalha, enfrentardes os que descrêem, golpeai-os no pescoço. Depois, quando os tiverdes prostrado, apertai os grilhões. Depois, outorgai-lhes a liberdade ou exigi deles um resgate, até que a guerra descarregue seus fardos. Se Deus (Alá) quisesse, Ele mesmo os teria derrotado. Mas Ele assim determinou para vos provar uns pelos outros. E não deixará perder-se o mérito dos que morrem por sua causa” (sura 47.4).

“Deus ama os que combatem por Ele em fileiras semellhantes a uma parede bem construída” (sura 61.4).

“Foi Ele que enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a religião verídica para que a fizesse prevalecer sobre todas as outras religiões, ainda que isso desgoste os idólatras” (sura 61.9).

Realmente, estão bem claras as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islã! (Israel My Glory – Elwood McQuaid – http://www.beth-shalom.com.br).

Fonte: Beth-Shalom

Veja os países que mais perseguem os cristãos, a partir da nova classificação da “Portas Abertas” (VÍDEO)

Onde houver alguém que se comprometa a seguir a Jesus de coração, ali haverá um cristão perseguido. O chamado da Portas Abertas é servir aos que pagam alto preço por causa de sua fé em Jesus.

A CLASSIFICAÇÃO
Um dos objetivos mais importantes de se monitorar a situação religiosa dos países é para que a Portas Abertas defina onde sua ajuda é mais urgente.

ÚNICA NO MUNDO
Esta é a única pesquisa do tipo realizada anualmente em todo o mundo. Ela avalia a liberdade que um cristão tem para praticar sua fé nas cinco esferas de sua vida: na individualidade, na família, na comunidade, na nação e na igreja.

Fonte: Portas Abertas

O que significa realmente “separação entre Igreja e Estado” a partir das palavras de Thomas Jefferson?

Em 1 de janeiro de 1802, o povo de Cheshire, Massachusetts, enviou um bloco gigante de queijo ao presidente Thomas Jefferson, sendo apresentado pelo famoso pastor batista, John Leland. John Leland foi então convidado a pregar para o presidente e o Congresso no Capitólio dos Estados Unidos. O tema de sua palestra foi “a separação entre a Igreja e o Estado”. Os batistas tinham sido particularmente perseguidos na Virgínia colonial, como Francis L. Hawks escreveu em História Eclesiástica (1836): “Nenhum dissidente na Virginia experimentou por um tempo tratamento mais severo do que os batistas. Eles eram espancados e presos… A crueldade forçava a criatividade a inventar novas formas de punição e aborrecimento”. Assim, muitos pastores batistas eram perseguidos e seus cultos interrompidos de modo que James Madison introduziu uma lei na Câmara Legislativa da Virginia, em 31 de outubro de 1785, intitulada “Uma Lei para Punir Perturbadores de Culto Religioso”, que foi aprovada em 1789. A Virginia Colonial teve uma lei da Igreja da Inglaterra, ou da “Igreja Anglicana” a partir de 1606 até 1786. A lei significava todos eram obrigados a ser membros dessa igreja e todos tinham de pagar impostos para sustentá-la e ninguém poderia ocupar cargos públicos, a menos que fosse um de seus membros.
Ao longo do tempo, a aplicação frouxa da lei permitiu que grupos religiosos “dissidentes” entrassem na Virginia, sendo os primeiros os presbiterianos e quakers, seguidos pelos luteranos alemães, os menonitas e a Irmandade da Morávia e, então finalmente, os batistas. John Leland, que considerou concorrer para o Congresso, queria uma alteração na nova Constituição dos Estados Unidos que protegesse a liberdade religiosa. Leland teria se encontrado com James Madison perto de Orange, Virginia, e com a promessa de Madison de introduzir o que viria a ser a Primeira Emenda, Leland persuadiu aos batistas para o apoiarem. John Leland escreveu nos inalienáveis Direitos de Donsciência de 1791, que eles queriam não apenas tolerância, mas a igualdade: “Todo homem tem de dar contas de si mesmo a Deus e, portanto, cada um deve ter a liberdade de servir a Deus de uma forma que ele possa conciliar melhor com a sua consciência. Se o governo puder responder por indivíduos no dia do juízo, que os homens possam ser controlados por ele em questões religiosas; de outro modo, que os homens sejam livres”.
Seguindo o Primeiro Grande Despertamento de Avivamento de George Whitefield, um Segundo Grande Despertamento de Avivamento ocorreu no condado de Albemarle, de Jefferson. Cultos de avivamento de batistas, presbiterianos e metodistas eram realizados. Até a filha de Jefferson, Mary, participou de um avivamento batista pregado por Lorenzo Dow. Dolly Madison, esposa de James Madison, informou que, em 1774, Jefferson jantou em Monticello, juntamente um outro convidado, o pastor batista Andrew Tribble. Depois de questionar o Pastor Tribble sobre como um governo da igreja batista funcionava, Jefferson comentou: “(Essa) era a única forma de democracia pura que existe no mundo… Seria o melhor plano de governo para as colônias americanas”. Durante a Revolução, os pastores anglicanos haviam se aliado ao rei George III, que era o chefe da Igreja Anglicana. Como resultado, os paroquianos patrióticos começaram a sair das igrejas estatais e a entrar nas igrejas “dissidentes”.
Thomas Jefferson
Embora Jefferson tivesse sido batizado, casado e sepultado pela Igreja Anglicana, conforme registrado em sua Bíblia de família, ele começou uma espécie de igreja dissidente em 1777, chamada de Igreja Reformada Calvinista. Jefferson redigiu os estatutos da Igreja, que se reunia no Palácio de Justiça do condado de Albemarle. Sua idéia era para que fosse uma igreja “voluntária”, sustentada apenas pelas doações voluntárias daqueles que participavam dela, em contraste com o modelo anglicano que contava com o apoio de impostos do governo. O livro de notas de Jefferson mostra que ele contribuiu para o seu pastor evangélico, o Rev. Charles Clay, bem como para os missionários e outras igrejas: “Eu subscrevi com a construção de uma igreja episcopal, 200 dólares, uma presbiteriana, 60 dólares, e uma batista, 25 dólares”.
Depois da Revolução, a Câmara Legislativa da Virginia reescreveu as suas leis para eliminar as referências ao Rei. As Igrejas “dissidentes” pressionaram Jefferson para “desestabilizar” a Igreja Anglicana. Jefferson respondeu escrevendo a sua Lei para o Estabelecimento da Liberdade Religiosa. Em 1779, o coronel John Harvie, que também era membro da Igreja Reformada Calvinista de Jefferson, apresentou o projeto de lei na Assembléia da Virginia. Depois que três dos filhos de Jefferson morreram, sua esposa faleceu em 1782. Após o seu funeral, Jefferson sofreu de depressão e se retirou da política. Em sua dor, ele queimou todas as cartas que ele teve com sua esposa e se isolou em seu quarto por três semanas, apenas se aventurando a andar a cavalo pelas colinas de sua propriedade. A filha de Jefferson, Martha “Patsy” Jefferson, descreveu como ele chorava por horas: “Nesses passeios melancólicos eu era sua companheira constante … uma testemunha solitária para as muitas explosões de violenta tristeza … a violência de sua emoção … até hoje eu não posso descrever de mim mesmo”.
Tentando ajudar, o Congresso pediu para Jefferson, em 1784, ir para a França como embaixador. A França estava passando por um período de “infidelidade francesa”, antes de sua sangrenta Revolução Francesa e Reino de Terror. Ao voltar para a América, Jefferson se inclinou em direção de liberalismo “deísta-cristão”, embora mais tarde na vida ele fosse descrito simplesmente como um “anglicano liberal”. A Lei de Jefferson, que ele anotou em sua lápide como “Estatuto da Virgínia para a Liberdade Religiosa”, passou na Assembléia da Virginia, em 16 de janeiro de 1786: “O Deus Todo-Poderoso criou a mente livre. … Todas as tentativas de influenciá-la por punições temporais … são um afastamento do plano do Santo Autor da religião que, sendo Senhor tanto de corpo como da mente, ainda assim escolheu não propagá-lo pela coerção de ambos, como estava em seu poder Todo-Poderoso para o fazer. … Seja decretado … que nenhum homem deve … sofrer por conta de suas opiniões religiosas”.
O desestabelecimento da Igreja Anglicana da Virginia nunca teria sido aprovado se não fosse pelo bispo metodista Francis Asbury, separando o movimento metodista popular para longe da Igreja Anglicana em sua própria denominação em 1785. Havia líderes notáveis que resistiram ao “desestabelecimento” da Igreja Anglicana, ou como agora era chamada, a Igreja Episcopal, pessoas tais como o Governador Patrick Henry. Esse movimento foi mais tarde chamado de “anti-desestabelecimentismo”.
A Virginia construiu a sua primeira sinagoga judaica em 1789 e a sua primeira Igreja Católica em 1795. John Leland, em seguida, ajudou a iniciarem várias igrejas batistas em Connecticut, que era um estado que tinha um estabelecimento da Igreja Congregacional desde a sua fundação em 1639 até 1818.
Os batistas em Connecticut formaram a Associação Batista de Danbury e enviaram uma carta ao presidente Jefferson, em 7 de outubro de 1801: “Senhor … Nossos sentimentos são uniformemente no lado da liberdade religiosa — que a religião é para todo o tempo e coloca um assunto entre Deus e os indivíduos — que nenhum homem deve sofrer em nome, pessoa ou efeitos por conta de suas opiniões religiosas — que o poder legítimo do governo civil não vai além de punir o homem que faz o mal ao próximo: Mas senhor … nossa carta antiga (em Connecticut ), juntamente com as leis feitas com isso … são coincidentes; que … quaisquer privilégios religiosos que desfrutamos (como batistas) … nós apreciamos como favores concedidos, e não como direitos inalienáveis. A carta continua: “Senhor, nós estamos cientes de que o presidente dos Estados Unidos não é o legislador nacional e também cientes de que o governo nacional não pode destruir a legislação de cada Estado; mas nossas esperanças são grandes de que os sentimentos de nosso amado Presidente, os quais já tiveram um efeito genial, como as vigas radiantes do Sol, vão brilhar e prevalecer por todos esses Estados e todo o mundo até que a Hierarquia e Tirania sejam destruídas da Terra. “Senhor”, continua a carta, “nós temos razão para acreditar que o Deus da América elevou-o para ocupar a direção do Estado. … Que Deus o fortaleça para a árdua tarefa que a Providência e a voz do povo vos têm chamado … e que o Senhor vos conserve a salvo de todo o mal e traga-lhe, enfim, o seu reino celestial por meio de Jesus Cristo, nosso Mediador Glorioso”.
Memorial de Thomas Jefferson, Washignton D.C.
Em 1 de janeiro de 1802, Jefferson respondeu com a sua famosa carta, concordando com os batistas de Danbury: “Senhores … Acreditando como vocês que a religião é um assunto que é da competência exclusiva entre o homem e o seu Deus, que ele não deve dar contas a ninguém pela sua fé ou pelo seu culto, que os poderes legislativos do governo atingem apenas as ações, e não opiniões, eu contemplo com reverência solene que o agir de todo o povo americano que declararam que a sua legislatura ‘não deve fazer nenhuma lei considerando o estabelecimento de uma religião, ou proibindo o seu livre  exercício’, construindo um muro de separação entre a Igreja e o Estado”. Jefferson terminou: “Aderindo a esta expressão da vontade suprema da nação em nome dos direitos da consciência, vou ver com satisfação sincera o progresso desses sentimentos que tendem a restaurar o homem a todos os seus direitos naturais, convencido de que ele não tem nenhuma direito natural em oposição aos seus deveres sociais. Retribuo suas orações amáveis para a proteção e bênção do Pai e Criador do homem comum”.
Os batistas estavam familiarizados com a metáfora de Jefferson, “muro de separação”, como o fundador batista de Rhode Island, Roger Williams, a usou em seu sangrento Princípio de Perseguição por Causa de Consciência, de 1644: “Os judeus sob o Velho Testamento … e … os cristãos sob o Novo Testamento … foram ambos separados do mundo; e que, quando eles abriram uma lacuna na barreira, ou no muro de separação, entre o jardim da Igreja e o deserto do mundo, Deus já derrubou a parede em si … e que, portanto, se ele alguma vez vai se agradar a restaurar o Seu jardim e paraíso novamente, ele deverá ser, necessariamente, murado peculiarmente para Si do mundo”. Jefferson via o “muro”, como a limitação do governo federal de “inter-intromissão” no governo da igreja, como explicou em sua carta a Samuel Miller, de 23 de janeiro de 1808: “Eu considero o governo dos Estados Unidos como interditado (proibido) pela Constituição de inter-intromissão com instituições religiosas, suas doutrinas, a sua disciplina, ou seus exercícios. Isto resulta não só da prestação de que nenhuma lei deve ser feita respeitando o estabelecimento ou o livre exercício da religião, mas de que também reserva para os estados os poderes não delegados aos Estados Unidos (décima emenda)”. Jefferson continuou: “Certamente, nenhum poder de decretar qualquer culto religioso, ou de assumir a autoridade na disciplina religiosa, foi delegado ao governo (federal) geral. … Toda sociedade religiosa tem o direito de decidir por si os horários para esses cultos e os objetos adequados para eles, de acordo com os seus próprios dogmas particulares”.
O governo federal não se limitou, porém, de espalhar a religião em territórios ocidentais, como em 26 de abril de 1802, o governo de Jefferson estendeu a lei do Congresso de 1787, onde as terras eram designados: “Para uso exclusivo dos índios cristãos e dos missionários da Irmandade da Morávia por civilizarem os índios e promoverem o cristianismo”. E, novamente, em 3 de dezembro de 1803, durante a administração de Jefferson, o Congresso ratificou um tratado com os índios Kaskaskia: “Considerando que a maior parte da referida tribo foi batizada e recebida na Igreja Católica … os Estados Unidos vão dar anualmente, por sete anos, cem dólares para o apoio de um padre dessa religião, que vai se envolver em realizar para a referida tribo os deveres do seu cargo, e também para instruir a muitos de seus filhos quanto for possível … e os Estados Unidos vão dar ainda mais a soma de três centenas de dólares, para ajudar a tribo na construção de uma igreja”. Quando a esposa de John Adams “, Abigail, morreu, Thomas Jefferson escreveu-lhe, em 13 de novembro de 1818: “O tempo não está muito distante, em que veremos depositados na mesma mortalha, nossas tristezas e corpos que sofrem, e ascenderemos na sua essência para uma reunião em êxtase com os amigos que temos amado e perdido, e a quem ainda devemos amar e nunca perder de novo. Deus abençoe a você e o apoie sob a sua pesada aflição”.
Doze anos antes de sua morte, Jefferson compartilhou as suas visões pessoais para Miles King, em 26 de setembro de 1814: “Nós temos ouvido dizer que não há um quaker, ou um batista, um presbiteriano ou um episcopal, um católico ou protestante no céu; que ao entrar naquele portão, deixamos esses crachás de cisma para trás. … Vamos ser felizes na esperança de que por estes caminhos diferentes vamos todos nos encontrar no final. E que eu e você possamos nos encontrar e nos abraçarmos, é a minha oração sincera”.
Ao longo do tempo, as brilhantes mentes jurídicas usaram as palavras de Jefferson para proibir as crenças de Jefferson. Jefferson escreveu na Declaração: “Todos os homens são dotados por seu Criador”, mas em 2005, o juiz distrital John E. Jones, em Kitzmiller versus Dover Area School District, determinou que os alunos não podem ser ensinados que há um Criador: “Para preservar a separação entre a Igreja e o Estado”. Grupos usam a frase de Jefferson “separação entre a Igreja e o Estado” para remover o reconhecimento nacional de Deus, apesar da advertência de Jefferson contra essa mesma coisa, como está inscrito no Memorial de Jefferson, em Washington, DC: “Deus que nos deu a vida, nos deu liberdade. Podem as liberdades de uma nação estar seguras quando nós removemos a convicção de que essas liberdades são um presente de Deus?”.
Fontes: do original (em inlgês) “The real meaning of “separation of Church and State“, para o MsM

Os cinco países mais intolerantes ao cristianismo

A perseguição contra cristãos tem crescido em todo o mundo, mas há alguns países que lideram a quantidade de casos onde cristãos são presos, mortos, torturados e vítimas das maiores crueldades. O ministério Portas Abertas listou os cinco países onde ser cristão representa um grande risco à vida: Coreia do Norte, Somália, Iraque, Síria e Afeganistão.

Nesses locais o cristianismo é cruelmente combatido, nem mulheres e crianças são poupadas. O que o Estado Islâmico tem feito no Iraque e na Síria é um dos maiores exemplos de intolerância religiosa, enquanto os homens cristãos são forçados a se converterem ao islamismo, quem não aceita é expulso de sua própria casa ou é morto.

Suas esposas e filhas são vendidas como escravas sexuais ou abusadas sexualmente por soldados jihadistas que também atacam os yazidis, uma minoria religiosa da região. Todos os anos o Portas Abertas divulga uma classificação de países onde a perseguição religiosa é constante, um ranking com 50 países que é dividido segundo o grau de perseguição que os cristãos enfrentam.

A perseguição a cristãos é comum em grupos islâmicos radicais, tanto é que dos cinco mais perigosos, quatro países são islâmicos. A Coreia do Norte persegue cristãos por acreditar que a crença coloca em risco a soberania do Estado, que vive em um regime ditatorial que tortura os cristãos e os colocam em trabalho forçado quando não condena à morte.

Fonte: GP

Incrível? Cientistas afirmam que nosso sistema solar tem pelo menos “mais dois planetas a serem descobertos”

O Sistema Solar tem, pelo menos, mais dois planetas esperando para ser descobertos, além da órbita de Plutão, anunciaram astrônomos britânicos e espanhóis

O Sistema Solar tem, pelo menos, mais dois planetas esperando para ser descobertos, além da órbita de Plutão, anunciaram astrônomos britânicos e espanhóis nesta segunda-feira. A lista oficial de planetas do nosso sistema solar inclui oito corpos solares, entre os quais o gigante gasoso Netuno é o mais afastado. Além de Netuno, Plutão foi relegado ao status de “planeta anão” pela União Astronômica Internacional, em 2006, embora seja considerado por alguns o planeta mais distante do sol. Em um estudo publicado na última edição do periódico mensal Monthly Notices, da Sociedade Astronômica Real, cientistas propõem que há “pelo menos” dois planetas além de Plutão.

Seus cálculos se baseiam no comportamento orbital incomum de rochas espaciais muito distantes, denominados objetos transnetunianos, ou ETNOs, na sigla em inglês. Em teoria, os ETNOs deveriam estar dispersos em uma faixa de cerca de 150 Unidades Astronômicas (UA) do Sol. Uma UA, medida de distância do Sistema Solar, corresponde ao espaço entre a Terra e o Sol: quase 150 milhões de quilômetros. Os ETNOs também deveriam estar, mais ou menos, no mesmo plano orbital que os planetas do Sistema Solar. Mas observações de cerca de uma dúzia de ETNOs sugeriram uma imagem bem diferente, segundo o estudo.

Se a pesquisa estiver correta, os cientistas deduzem que os ETNOs se dispersaram muito mais amplamente, entre 150 e 525 UA, com uma inclinação orbital de cerca de 20 graus. Para explicar esta anormalidade, o estudo sugere que alguns objetos muito grandes, como planetas, devem estar nos arredores e sua força gravitacional está influenciando os ETNOs, muito menores, ao redor. “Este excesso de objetos com inesperados parâmetros orbitais nos leva a crer que algumas forças invisíveis estão alterando a distribuição” de ETNOs, disse Carlos de la Fuente Marcos, da Universidade Complutense de Madri.

“O número exato é incerto, uma vez que os dados que temos são limitados, mas nossos cálculos sugerem que há pelo menos dois planetas e, provavelmente, mais, nos confins do nosso Sistema Solar”, noticiou a agência de notícias científicas espanhola Sinc, citando o cientista. “Se isto se confirmar, nossos resultados podem ser realmente revolucionários para a astronomia”, concluiu. Até agora, não há evidências diretas que sustentem esta teoria.

Fonte: Yahoo!

Europa coloca suas igrejas vazias à venda

gospel
Em diversos países da Europa é possível encontrar igrejas sendo vendidas ou ver os espaços sendo ocupados por empresas. Desocupar os grandes templos foi a única decisão que as igrejas – católicas ou protestantes – puderam tomar diante da queda do número de fiéis.

Sem ter membros para frequentar as reuniões e sem arrecadar dinheiro para manter esses espaços, “passar o ponto” foi a única escolha que restou.

A Igreja de St. Joseph, na Holanda, por exemplo, se transformou no Arnhem Skate Hall. Ali dezenas de skatistas realizam manobras radicais em um espaço onde antes cerca de 1.000 fiéis se juntavam para rezar.

Quem ainda preserva a fé se emociona ao ver que as igrejas estão sendo ocupadas para outras funcionalidades. “Se a igreja for abandonada, veremos uma grande mudança em nosso país”, diz Lilian Grootswagers, moradora de Arnhem que tentou salvar uma igreja que foi fechada.

Quando o templo é alugado e empresa ou entidade que loca não consegue custear o espaço ele acaba sendo demolido e vendido para a construção de outros pontos (comerciais ou residenciais), mas demolir pontos históricos tem desagradado até mesmo os moradores seculares (população cada vez maior) na Europa.

A Holanda é um dos países onde o fechamento de igrejas é mais constante, a estimativa é que nos próximos dez anos 1.600 igrejas católicas devem ser fechadas e 700 protestam deixarão de existir em quatro anos.

“Os números são tão grandes que toda a sociedade será confrontada por eles. Todo mundo será confrontado com grandes construções vazias na vizinhança”, diz Lilian que fundou a ONG “Futuro do Patrimônio Religioso”.

Algumas igrejas que já foram fechadas na Holanda se tornaram empreendimentos como supermercado, floricultura, livraria, academia de ginástica e até loja de roupas femininas.

Europa sem cristianismo

O cristianismo perdeu forças na Europa, enquanto que o judaísmo ortodoxo continua estável. Segundo o Instituto Pew Research Center a imigração tem feito com que o número de muçulmanos aumente na região chegando a atingir 6% da população em 2010.
Além da Holanda igrejas na Inglaterra também estão fechando, uma delas funciona hoje como Circomedia, uma escola de treinamento de circo. O espaço hoje usado para criar malabaristas e palhaços já foi chamado de Igreja de St. Paul localizada em Bristol.

Na Escócia, mais precisamente em Edimburgo, uma igreja luterana se transformou em um bar, mas não trata-se de um pub comum naquela região, mas sim um bar temático sobre o Frankenstein.

Fonte: GP

Após quase 100 anos, Turquia autoriza construção de igreja

Turquia autoriza construção de igreja em Istambul, a primeira desde 1923
Desde a criação da república da Turquia, isso em 1923, não se construíam igrejas no país, mas em 2015 o governo islamo-conservador aprovou um pedido da pequena minoria siríaca e uma igreja será construída em Istambul.

Um funcionário do governo revelou que em todos esses anos muitas igrejas foram restauradas ou reabertas ao público, mas nenhuma havia sido construída. “Será a primeira desde a criação da República”, disse o homem que pediu anonimato.

A Turquia é um país onde 99% de sua população professa a fé islâmica e apesar de ser um país laico o governo segue a “tendência islamita”, o que gera muitas críticas.

Mas a decisão de autorizar a construção de uma igreja no bairro de Yesiky faz parte de um plano: ampliar as liberdades religiosas para que a Turquia faça parte da União Europeia. Assim como essa obra, monastérios, sinagogas e igrejas serão restaurados.

O dinheiro para a construção da igreja siríaca será retirado da fundação que defende os direitos dessa minoria religiosa que inclui católicos e ortodoxos. Os cristãos vivem principalmente no sudeste do país e são cerca de 20.000 pessoas.

Fonte: GP