Candidata à Dep. Estadual pelo estado de Pernambuco, Pastora Ana Rita é entrevistada pelo blog Fatos em Foco

O blog FATOS EM FOCO contribui com o atual processo eleitoral, entrevistando alguns candidatos que, a nosso ver, são homens e mulheres comprometidos com a ética, a justiça social e os valores cristãos, que permeiam toda a nossa sociedade. Já manifestamos, reiteradamente, nosso apoio ao Rev. Roberval Góis (1112) como candidato a Dep. Federal, pelo PP. Abrimos um espaço em nosso blog para darmos maior visibilidade à candidata Pra. Ana Rita (foto), da Igreja de Deus (PE), que se candidata à Dep. Estadual pelo DEM (25125). Com forte atuação social em Olinda, Ana Rita destacou-se na eleição passada como candidata à Vice-Prefeitura da cidade de Olinda, uma das mais importantes cidades do estado de Pernambuco. Agora, como candidata à câmara legislativa do estado, ela luta por uma verdadeira justiça e inclusão sociais, mais emprego, mais educação e uma melhor qualidade de vida para o povo pernambucano. Abaixo, a entrevista que a candidata concedeu a este blog:

1 – Por que você quer ser Deputada Estadual?

PRA. ANA RITA – Pelos simples fato de entender a importância de termos representantes firmados nos valores cristãos, para restaurar a nossa sociedade, que clama por políticos  honestos e que cumpram sua função sem partidarismo, mas essencialmente comprometidos com as necessidades da população.

2 – Qual ou quais suas principais “bandeiras” de campanha?

PRA. ANA RITA – Por reconhecer as Igrejas como instituição, quero defender os seus direitos, aprimorar e apoiar os projetos sociais, legalizar templos e defender os princípios cristãos em todos os sentidos.

Inclusão social dos deficientes Auditivos também é uma das minhas principais metas, bem como rever  e por em prática a Lei da Libra nas instituições, clinicas e nos demais locais públicos, os quais deveriam ter obrigatoriamente interpretes.

Também tenho como importante a questão da preservação do meio  ambiente, animais que circulam trabalhando e são abandonados nas áreas urbanas.

3 – Você argumenta que quer, acima de tudo, defender a causa das igrejas evangélicas. Há muitos desafios para os cristãos evangélicos em nosso estado?

PRA. ANA RITA – Sim. Porém acredito que está havendo um despertar do povo de Deus em relação a sua responsabilidade social e cidadã. Precisamos nos unir como cristãos, para o crescimento do Reino. E isto passa, necessariamente, pela participação efetiva de todos os cristãos, como cidadãos e co-responsáveis com os rumos de nossa sociedade.

4 – Quais suas principais propostas como Deputada Estadual?

PRA. ANA RITA – Fiscalizar com rigor as contas do Estado, focando nos projetos sociais; cobrar a aplicação dos direitos de cada cidadão; criar a “Cartilha Esclarecedora”, para as instituições religiosas, a fim de romper com a prática de compra de votos através de favores eleitorais. Criar emendas que Defendam a inclusão social. E buscar a interação com o povo para compreender suas necessidades.  

5 – Dê uma palavra aos eleitores e potenciais eleitores da Pra. Ana Rita.

PRA. ANA RITA – Temos visto o clamor  e a inquietação do povo, que sofre os efeitos de um governo corrupto: desemprego, falta de assistência médica, violência entre outras coisas. Mas, creio, também podemos ter esperança que não só os homens têm se apercebido disto, como Deus também tem observado a maldade daqueles que deveriam cuidar da sua criação. Devemos pedir orientação a Deus para elegermos novos governantes, tementes e dirigidos pelos preceitos de Deus. Como eleitores precisamos assumir a responsabilidade votar com convicção de que estamos dando oportunidade a alguém de ser nosso porta voz, para defender os direitos de todos.Lutarei com base nos princípios bíblicos, tendo a certeza de que assim, não errarei nos meus julgamentos, os quais sempre visarão o melhor para o povo pernambucano.

 

Breve histórico da Pra. Ana Rita

Nasci no Recife ao dia 09 de Janeiro de 1975. Morei em Ouro Preto desde meu nascimento. Pai Inácio severo Cruz e Maê  Maria Amara Cruz . Estudei na escola pública Municipal Coronel José Domingos até os 10 anos; depois fui para O Guedes Alcoforado, onde comecei meu  2º Grau. Casei aos 15 anos com Eduardo Porpino Esteves, interrompendo os estudos, me tornei mãe de 2 filhos, Aguinaldo Esteves, hoje com 24 anos e cursando engenharia civil, e Ayane Esteves, 20 anos e cursando Nutrição. Dona de casa e empresária com a  PORPINO ENGENHARIA, junto com meu marido, tive várias experiências administrativas. Aos 29 anos me converti na Igreja De Deus em ouro Preto. No ano de 2004 fiz um curso bíblico contextualizado de 2 anos na IDB Ouro Preto SEID, após o qual fui Consagrada Diaconisa em 2006. Em 2007 me tornei Líder Local de Missões em Ouro Preto e abri a congregação em Fragoso Paulista, através de um trabalho filantrópico de distribuição de sopão e assistência aos moradores, com cursos para as mulheres e reintegração social, além de eventos  médicos em parceria com profissionais da saúde de centros como Hiene e outros. Também promovemos regularmente parcerias com a SDS para as pessoas retirarem RG e Carteira de Trabalho. O trabalho cresceu e a comunidade se tornou Igreja em 2005, local em que sou pastora até hoje, desde que fui consagrada, em 2010.  Retomei meus estudos concluindo o 2º Grau no supletivo, e fiz o curso de Bacharel em teologia também no SEID em 2008. Convalidei no ano passado pela FATIM (Faculdade de Teologia Integrada) e, atualmente, curso a pós graduação em Ciências da Religião, também pela FATIM. Filiei-me ao DEM em 2011, afim de concorrer às eleições em 2012, quando fui candidata à Vice-Prefeita, juntamente com o candidato Armando Sergio. Na ocasião, tivemos a expressiva quantidade de 17.000,00 mil votos, aos quais sou imensamente agradecida pela confiança em nós depositada. Tenho fé em Deus de que vencerei as eleições para Deputada Estadual e terei uma chance de trabalhar mais e melhor para meu povo querido.

O Vinícius “daqui e o de lá”

Folha Imagem / 1967
No último número da elegante revista do Banco Itaú Personnalité, Ruy Castro enfatiza o contraste entre duas fases da existência do poeta Vinícius de Moraes:

“Há um Vinícius de Moraes sobre o qual não resta a menor dúvida: … o compositor, o letrista e o showman; o diplomata, o homem do mundo e o amigo de ilustres; o boêmio, sempre com um uísque a bordo, e o liberal, o homem de esquerda, com muitas amizades entre os comunistas; o cantor da beleza, ohomme à femmes, que se casou nove vezes e vivia em permanente estado de paixão; o capitão do mato e o branco mais preto do Brasil, na linha direta de Xangô; o diletante da crônica, do teatro e do cinema…”

“Mas houve também um Vinícius tão real quanto esse acima, e que seus admiradores mal conseguiriam reconhecer se descrito sem as necessárias ressalvas. Um Vinícius profundamente católico, metafísico, passadista, politicamente de direita, simpático ao fascismo, íntimo de assombrações, inimigo do cinema falado, alérgico ao jazz moderno, desconfiado da juventude – e olhe que ele também era jovem – e certo de que o sexo era uma coisa apenas espiritual. O que? Sim, esse era o Vinícius de 1933.”

Sim, esses dois Vinícius existiram, e, se o do primeiro parágrafo é ainda um personagem popular decorridos trinta e tantos anos da sua morte, o do segundo permanece tão desconhecido que Ruy Castro tem de revelá-lo a um grupo de admiradores estupefatos, numa revista de poucos e requintados leitores.

Só há um problema. O “Vinícius de 1933″, que Ruy Castro descreve em termos que fazem dele um monstrinho antediluviano, era, malgrado algumas esquisitices inegáveis, um dos poetas mais sérios e profundos do idioma. Já o Vinícius nacionalmente conhecido – para Ruy Castro, o único normal e digno de admiração irrestrita – nunca passou de uma figura do show business, um velho caricato macaqueador da moda juvenil, gabando-se de ser “o branco mais preto do Brasil”, mas bebendo uísque importado em vez de cachaça, namorando populisticamente mulheres da alta sociedade, e escrevendo nada mais que sambinhas autocongratulatórios e umas frases de efeito que se conservaram na memória nacional não por meio da história literária, mas da indústria de discos e do governo que ele tanto ludibriou, vivendo de dinheiro público sem nem marcar o ponto na repartição.

“A vida é a arte do encontro embora haja tantos desencontros pela vida”, “A mulher amada é o tempo passado no tempo presente no tempo futuro no sem tempo”, “Quem já passou por essa vida e não viveu pode ser mais, mas sabe menos do que eu…”, “Quem de dentro de si não sai vai morrer sem amar ninguém” e milhares de tolices semelhantes, que parecem ter sido produzidas especialmente para diários de moças, assinalam com toda a clareza a decomposição de um talento de poeta e de um caráter de homem, diluídos em álcool para mais rentosa distribuição comercial.

Não é coincidência, de maneira alguma, que essa transfiguração da literatura em cocô acompanhasse pari passua aproximação cada vez mais íntima do poeta com os grupos de esquerda, que naqueles anos da ditadura precisavam desesperadamente de poster men. Se para servir a esse fim um grande homem tinha de ser infantilizado por meio de paparicações grudentas e seduções corruptoras, tanto melhor.

Era uma política consciente. Lembro, como se fosse hoje, o zunzum entre os comunistas da redação quando Carlos Alberto Libânio Christo, o “Frei Betto”, veio trabalhar na Folha, naquele intervalo de retorno ao ambiente profano, que nos seminários precede a opção definitiva pela ordenação sacerdotal. Era necessário, era urgente, comentavam, fazer amizade com o padreco, embebedá-lo, levá-lo a boates e puteiros, fazer dele um membro em regra da patota dos bons.

A ética por trás disso era a boa e velha inversão: já que a sociedade burguesa é corrupta e hipócrita, é preciso combatê-la desde dentro por meio da corrupção ostensiva, exibida, orgulhosa de si. Os serviços prestados ao Partido santificavam tudo. Quando Vinícius trocou o cristianismo por uísque, mulheres, samba e comunismo, tornou-se um modelo de virtudes.

Às vezes não era preciso chegar a tanto. O Partido sabia tocar o ponto sensível de cada um. Se o alvo escolhido fosse um pobretão apavorado com a perspectiva de morrer de fome, como Otto Maria Carpeaux, bastava oferecer-lhe empregos em troca de favores prestados, depois ir pedindo cada vez mais favores até que consumissem por inteiro o tempo e os talentos do infeliz, bajulando-o e aplaudindo-o à medida que se imbecilizava cada vez mais.

O apoio na hora da encrenca sempre deixava marcas fundas. Roland Corbisier, brilhante intelectual do Partido Trabalhista, intermediou o apoio dos comunistas à candidatura de Negrão de Lima ao governo do Rio em 1965, foi demitido do Ministério da Educação pelos militares e acabou fisgado. Virou o típico “bom sujeito”: divorciou-se da mulher, abandonou a Igreja e, de seus primeiros livros, A Responsabilidade das Elites e Formação e Problema da Cultura Brasileira (ambos de 1956), estudos magníficos sobre a vida intelectual no Brasil, passou a escrever manuais de marxismo-leninismo dignos da Academia de Ciências da URSS.

À medida que o gramscismo se consolidou como doutrina dominante nas universidades, a política de cooptação perdeu seu caráter de seleção individual e se tornou o critério geral de aprovação na carreira acadêmica e jornalística, a conditio sine qua non para os neófitos serem reconhecidos como “intelectuais”. A imbecilização industrializou-se e a cultura superior no Brasil acabou.

Alemanha promove manifestação antissemita

No último domingo (14) o Conselho Central Judaico da Alemanha conseguiu reunir diversos representantes da sociedade, incluindo governo e religiões, para uma manifestação contra o antissemitismo. O ato aconteceu no Portão de Brandemburgo e atraiu o presidente da Alemanha, Joachim Gauck; o presidente do Conselho da Igreja Evangélica, Nikolaus Schneider; o presidente da Conferência Episcopal, o cardeal Reinhardt Marx; e o presidente do Conselho Judaico Mundial, Ronald S. Lauder, e muitos outros líderes.

O lema da manifestação foi “Levante-se. Ódio aos Judeus Nunca Mais”, se no passado os nazistas se levantaram contra os judeus, hoje a Alemanha tomada por palestinos passou a presenciar novos ataques antissemitas, ataques estes que se proliferam pela Europa. Durante a manifestação, muitos palestinos gritavam slogans contra judeus citando a guerra na Faixa de Gaza como “genocídio” pela morte de mais de 6.000 pessoas do lado palestino, contra quase 70 do lado israelense.

Os manifestantes palestinos gritavam coisas como “Morte aos judeus!”, “Judeu, judeu, porco covarde, saia e lute sozinho!” e “Judeus, às câmaras de gás!”. A forma como os palestinos se comportaram e a indiferença dos alemães deixou os judeus descrentes com a falta de solidariedade. “Existe uma grande insegurança na comunidade judaica e as pessoas já não se atrevem a caminhar com um kipá por alguns bairros em Berlim, como Kreuzberg ou Neuekölln, onde existe uma grande maioria de habitantes de origem árabe ou turca e tampouco em Marzahn, onde há uma forte presença neonazista”, disse o cientista político Sergey Lagodinski.

“Os protestos deixaram em evidência o nível de intolerância que existe em Berlim e em outras cidades alemãs”, acrescentou ele que é judeu e membro do diretório da comunidade judaica. O próprio presidente alemão está interessado em estimular a população para não aceitar atos antissemitas. “Todos os alemães e todas as pessoas que vivem na Alemanha têm que levantar a voz quando o antissemitismo se manifesta na rua”, afirmou.

Antissemitas assustam judeus na Europa

Além da Alemanha a França e outros países da Europa estão vivenciando uma grande onda de ataques antissemitas: agressões, vandalismos em sinagogas e até ameaças contra os judeus. Na França o aumento desses atos foi de 91% em relação aos registrados em 2013, entre os atos violentos o aumento foi de 126% o que inclui incêndios, agressões físicas e vandalismos. Já os insultos, cartas ou cartazes com frases contra os judeus o aumento foi de 79% segundo o Conselho Representativo das Instituições Judaicas (CRIF).

“O mais preocupante são as novas formas de violência: ataques grupais a locais de culto, agressões planejadas contra sinagogas, atos de vandalismo contra lojas de comerciantes judeus e atentados terroristas”, disse o CRIF em um comunicado oficial. Diante deste cenário, os judeus estão fugindo da França, 5,5 mil deles já foram forçados a deixarem o país e realizar o “aliyah” se mudando para Israel. Na Inglaterra os ataques são parecidos, em julho por conta dos ataques em Gaza o ódio contra os judeus fez com que a Community Security Trust (CST) registrasse 302 ataques antissemitas, no mesmo mês do ano anterior foram 59 ocorrências.

Fonte: Gospel Prime

“Estado Islâmico” quer matar Papa Francisco, afirma embaixador iraquiano junto ao Vaticano

O papa Francisco tem sofrido ameaças e estaria entre os próximos alvos do Estado Islâmico (EI). Quem fez tais afirmações foi Habbed Al Sadr, embaixador do Iraque junto à Santa Fé. “O autoproclamado Estado Islâmico foi claro: eles querem matar o Papa. As ameaças são reais. Quero deixar claro que não tenho nenhum conhecimento sobre os futuros planos dos terroristas. Mas a regra do Estado Islâmico é clara: ou a pessoa se converte à religião deles ou morre. Com o Papa, a morte seria a única opção que eles dariam”, afirmou o iraquiano ao italiano La Nazione. Essa não é a primeira ameaça do EI ao Ocidente nesta semana. Segundo fontes próximas à organização, a Casa Branca estaria entre os próximos alvos do grupo. Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, respondeu com ceticismo à afirmação, afirmando que seu país “não teme o Estado Islâmico e nem o enxerga como uma ameaça real”.

Fonte: Yahoo!

NOTA: Notem como Obama, em todas as suas declarações, parece não estar “nem aí” em relação às terríveis atrocidades do nefasto “Estado Islâmico”.

Contato com o Pr. e Prof. Artur Eduardo

Postado originalmente em FATOS EM FOCO:

Para entrar em contato conosco, envie um e-mail para: artur_eduardo@yahoo.com.br ou ligue para (81) 3040-2632, de segunda à sexta, das 08:00 às 12:00O Pr. Artur Eduardo também ministra palestras e cursos livres sobre Teologia e Filosofia. Para convites/agendamentos é imprescindível usar o e-mail ou o telefone acima. 

O Pr. Artur Eduardo tem graduação em Teologia (Bacharel) pelo STPN e pela FATIN (reconhecido pelo MEC), além de uma graduação (Licenciatura) em Filosofia, pela FAEME (MA). É pós graduado em Docência do Ensino Superior e Teologia Bíblica. É Mestre em Filosofia pela UFPE (Univ. Federal de Pernambuco). É professor de várias disciplinas de Teologia e Filosofia, sendo requisitado para participar com regularidade de programas de cunho teológico na rádio e na televisão. É debatedor permanente do programa “Consensus”, veiculado pela Rádio Maranata FM e dirigido pelo Rev. Roberval Góis; além de ter sido participante fixo do saudoso “Debate Maranata” (antes…

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Hamas admite ter usado escolas e hospitais como bases de lançamento de mísseis contra Israel

gospel

Menos de um mês após o fim dos conflitos entre Israel e o Hamas em Gaza, uma revelação foi noticiada por diferentes órgãos da imprensa mundial. Integrantes do grupo terrorista admitiram o uso de escolas e hospitais como “escudos humanos”. Contudo, eles não se consideram responsáveis pela morte de centenas de pessoas nesses locais.

Ao longo do conflito, surgiram diversas evidências que o Hamas lançava seus mísseis contra Israel a partir de áreas residenciais. Segundo o jornal inglês Daily Mail, Ghazi Hamad, um alto funcionário do Hamas tentou justificar que eles “não tinham escolha” e precisavam desses locais para atacar Israel. Contudo, defende que sempre houve a preocupação de manter os civis afastados e que todas as mortes são consequência apenas da pesada resposta do Estado judeu.

“Gaza é uma ininterrupta cadeia urbana que Israel transformou em zona de guerra”, alegou Hamad. Embora admita que “erros foram cometidos”, asseverou que “Os israelenses não paravam de afirmar que mísseis eram disparados de dentro de escolas e hospitais. Na realidade, eram lançados a cerca de 200 ou 300 metros de distância. Os erros cometidos foram rapidamente resolvidos”.

A inteligência de Israel sempre disse que o Hamas usava essas áreas civis com o proposito de tentar impedir uma maior retaliação de Israel. Por outro lado, a maior parte da mídia sempre afirmava que as centenas de mortes de civis eram consequência do uso excessivo de força por parte dos israelenses. “As desculpas do Hamas são ultrajantes, enganosas e contrárias às provas fornecidas pela IDF (Forças de Defesa de Israel) e a realidade documentada por jornalistas internacionais em Gaza”, disse o tenente-coronel Peter Lerner, porta-voz militar israelense.

Atualmente a ONU faz uma investigação, que poderá determinar se Israel ou o Hamas (ou ambos) violaram as leis internacionais de guerra. Desde o início, a IDF apresentaram milhares de páginas de provas, incluindo fotos de satélite e imagens aéreas, onde comprovava suas alegações de que agiu de forma responsável e tentou minimizar as baixas palestinas.

A notícia não é totalmente nova, pois logo no início do conflito, a agência da ONU que cuida de refugiados palestinos anunciou que havia armas armazenadas em suas escolas, que estavam vazias durante o verão. “Não há qualquer dúvida que áreas urbanas foram usadas ​​para lançar foguetes a partir da Faixa de Gaza”, disse Bill Van Esveld, pesquisador da Human Rights Watch. “O que precisa ser determinado é qual a proximidade de um edifício ou de uma área civil povoada esses foguetes foram lançados”.

Existem centenas de vídeos, muitos no YouTube, mostrando a guerra e os foguetes que voam a partir de bairros residenciais, cemitérios, escolas e pátios de mesquitas. Há também imagens de esconderijos de armas descobertos dentro de mesquitas e túneis usados ​​por militantes ligando casas, mesquitas e outros edifícios.

Essa foi a terceira guerra desde que o Hamas tomou o controle de Gaza em 2007. Estima-se que cem mil pessoas ficaram desabrigadas durante os 50 dias de conflito armado, sendo que 2.000 palestinos morreram e 11 mil ficaram feridos. As baixas de Israel foram bem menores, com 72 mortos, incluindo seis civis.

Fonte: GP