Série Debates Maranata (1): “Apologética Cristã” (Áudio)

Postado originalmente em FATOS EM FOCO:

Há alguns anos que este que vos fala participa de programas de debates teológicos e filosóficos em algumas rádios e TV´s de nosso estado. Uma coletânea de áudio que se me chegou foi do saudoso “Debate Maranata”, que passava na Rádio Maranata FM, ao meio-dia. Os temas variavam bastante e a competente apresentação do meu amigo, Pr. Eliseu Souza Cruz, fazia do “Debate Maranata” um dos programas mais ouvidos na região, pelo segmento cristão evangélico. O programa a seguir versou sobre “Apologética Cristã” e, excepcionalmente, contou apenas comigo e com meu amigo, o Madson Marinho, substituindo na ocasião o Pr. Eliseu Sousa Cruz.

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O ovo e o pinto

Meu artigo anterior suscitou uma pergunta interessante na área de comentários: Se há tanta gente nas altas esferas colaborando com o comunismo, como é que ele ainda não dominou o mundo? A primeira e mais óbvia resposta é que “o comunismo” como regime, como sistema de propriedade, é uma coisa, e o “movimento comunista” enquanto rede de organizações é outra. O primeiro é totalmente inviável, mas por isso mesmo o segundo pode crescer indefinidamente sem jamais ser obrigado a realizá-lo, limitando-se, em vez disso, a colher os lucros do que vai roubando, usurpando, prostituindo e destruindo pelo caminho.

São duas faixas de realidade completamente distintas, que se mesclam numa confusão desnorteante sob a denominação de “comunismo”. Uma analogia tornará as coisas mais claras. Nenhum ser humano pode levar uma vida razoável com base numa loucura, mas, por isso mesmo, nada o impede de ficar cada vez mais louco: ele se estrepa, mas a loucura progride.  A força da loucura consiste precisamente em furtar-se ao teste de realidade. Os comunistas não podem realizar a economia comunista. Se têm uma imensa facilidade em arrebanhar pessoas para que lutem por esse fim irrealizável, é precisamente porque ele é irrealizável, o que é o mesmo que dizer: inacessível a  toda avaliação objetiva de resultados. Jamais existirá uma economia comunista da qual seus criadores digam: “Eis aqui o comunismo  realizado. Podem julgar-nos e dizer se cumprimos ou não as nossas promessas”. É da natureza mais íntima do ideal comunista ser uma promessa indefinidamente auto-adiável, imune, por isso, a todo julgamento humano. Seu prestígio quase religioso vem exatamente disso: o comunismo traz o Juízo Final do céu para a Terra, mas também sem data marcada.

Daí o aparente paradoxo de um movimento que, quanto mais cresce e mais poderoso se torna, mais se afasta dos seus fins proclamados. A esse paradoxo acrescenta-se um segundo: quanto mais se afasta desses fins, mais o movimento está livre para alegar que foi traído e que tem direito a uma nova oportunidade, com meios mais “puros”. Mas o paradoxo dos paradoxos reside numa faixa ainda mais profunda. Se alguém diz que vai fazer o impossível, com certeza não fará nada ou fará outra coisa. Se fizer, poderá ao mesmo tempo dar a essa coisa o nome daquilo que pretendia e alegar que ela ainda não é, ou que não é de maneira alguma, aquilo que pretendia. Daí a ambigüidade permanente do discurso comunista, que pode sempre se alardear um movimento poderoso destinado a uma vitória inevitável, e ao mesmo tempo minimizar ou negar a sua própria existência, jurando que ela não passa de uma “teoria da conspiração”, de uma invencionice de lacaios do capital.

É alucinante, mas é o que acontece todos os dias. Definitivamente, a mente comunista não funciona segundo os cânones da psicologia usual, mas segue uma lógica própria onde se misturam, em doses indistinguíveis, a habilidade dialética, o auto-engano histérico e a mendacidade psicopática. Por isso mesmo é que o crescimento vertiginoso do movimento comunista acompanha, pari passu, não a decadência do capitalismo, mas a escalada do seu sucesso. O comunismo como regime, como sistema econômico, não existe nem existirá nunca. O comunismo só pode existir como movimento político que vive de parasitar o capitalismo e, por isso mesmo, cresce com ele. Mas, por mais que sobreviva e se fortaleça, o corpo parasitado não sai ileso da parasitagem: limitado cada vez mais à função de fornecedor de recursos e pretextos para o parasita, ele vai perdendo todos os valores morais, religiosos e culturais que originalmente o inspiraram e reduzindo-se à mecanicidade do puro jogo econômico, cada vez mais fácil de criticar, enquanto o parasita se adorna de todo o prestígio da moral e da cultura.

modus operandi dessa parasitagem é duplo: de um lado, as economias comunistas só sobrevivem graças à ajuda capitalista vinda do exterior. De outro lado, em cada nação, o crescimento da economia capitalista alimenta cada vez mais generosamente a cultura comunista. Na mesma medida em que a mais absoluta inviabilidade impede a construção da economia comunista, o comunismo militante alcança vitória atrás de vitória no seu empenho de transformar o capitalismo numa geringonça infernal e sem sentido. Toda a lógica do comunismo, em última análise, deriva da idéia hegeliana do “trabalho do negativo”, ou destruição criativa. Mas “destruição criativa” é apenas uma figura de linguagem, uma metonímia. A destruição de uma coisa só pode dar lugar ao crescimento de outra se esta for movida desde dentro por uma força criativa própria, que nada deve à destruição.  Esperar que a destruição, por si, crie alguma coisa, é como querer que nasça um pinto de um ovo frito.

Fonte: MsM

Driscoll é acusado de transformar “Mars Hill” em seita

Mark Driscoll é acusado de desviar verbas e transformar Mars Hill em seita

Até recentemente, o pastor Mark Driscoll, da megaigreja Mars Hill em Seattle, desfrutava de grande popularidade, especialmente entre os jovens. Ele aliou a teologia tradicional a um visual que lembrava um cantor de rock, escreveu livros que se tornaram best sellers e trechos de suas pregações foram compartilhados milhões de vezes nas redes sociais.

Fundada por ele em 1996, a igreja chegou a ter 14.000 membros e gerou 15 “igrejas-satélites”. Localizadas em outras cidades e estados, todo domingo as pessoas o acompanhavam ao vivo pela internet em telões colocados nessas igrejas associadas.

Ano passado, seus problemas começaram a se multiplicar e a igreja foi perdendo centenas de membros a cada mês. Ele foi acusado de ter plagiado trechos de alguns de seus livros, pagado uma empresa para comprar milhares de cópias de Real Marriage (seu livro sobre casamento) para colocá-lo nas listas dos mais vendidos, e foi acusado de não prestar contas do dinheiro doado por fiéis que seria usado para plantar igrejas na África e na Índia.

No final do mês passado, foi revelado que no ano 2000, ele postava comentários em um fórum on-line da igreja sob o pseudônimo de William Wallace II. Usando esse codinome ele usou palavrões, e usou expressões machistas e até vulgares para se referir às mulheres.

Não bastasse isso, um grupo de ex-membros da igreja começou recentemente a fazer campanhas nas redes sociais contra Driscoll, acusando-o de ter transformado a Mars Hill em seita e ter explorado o trabalho de dezenas de obreiros e “abusado espiritualmente” deles.

Para eles, o pastor tem dividido famílias, amaldiçoado aqueles que decidiram sair da igreja e desprezando quem sempre o ajudou. Ressaltam ainda que muitos de seus ensinamentos recentes são “antibíblicos” e que ele se recusa a corrigir seus erros.

Driscoll tomou uma série de decisões para tentar reverter essa imagem negativa, pedindo oficialmente desculpas pelas palavras ofensivas que usou, justificando que era inexperiente e imaturo na época. Também ordenou que a editora reconhecesse os trechos plagiados de alguns seus livros e parou de colocar na capa dos livros o adesivo onde dizia que ele era um “campeão de vendas”.

Divulgou ainda um vídeo onde esclarece que os fundos que seriam originalmente destinados à plantação de igrejas no exterior, acabaram ficando na Mars Hill para cobrir as despesas das igrejas nos EUA. Por várias vezes veio a público defender-se das acusações, mas sempre apresentava alguma justificativa.

Em relação aos que o atacavam online e diziam ser ex-membros, afirmou ser impossível reconciliar-se com eles ou se desculpar, pois eram “anônimos”. Revoltados, cerca de 600 deles se uniram em protestos nas redes sociais, identificando-se e relatando os motivos pelo qual saíram da igreja. Entre eles estão vários pastores.

Como o pastor Mark não demonstrou publicamente seus erros, 65 desses ex-membros fizeram um protesto em Bellevue, Washington, no último domingo. Eles foram para a rua divulgar os motivos que os fizeram sair da Mars Hill, entre eles os ensinamentos sobre o casamento que oprime as mulheres, o temperamento “difícil” do ex-líder e sua “propensão ao bullying”.

Rob Smith, um ex-diretor de programação da Mars Hill, afirma que “Nesta igreja, as mulheres são apenas objetos. Elas existem apenas para agradar seus maridos. Na minha teologia, Jesus libertou as mulheres. Jesus estava rodeado por mulheres fortes”.

Judy Abolafya, que participou da Mars Hill durante 14 anos, afirmou enfaticamente que Driscoll “precisa renunciar”, pois fez “uso indevido de finanças da igreja” e mantém uma atitude “arrogante e abusiva”.

O pastor Driscoll não apareceu para conversar com as pessoas que faziam o protesto, preferindo publicar um vídeo com um pedido de desculpas genérico. Lembrou que o crescimento meteórico da igreja foi “incrível, surpreendente, maravilhoso, e um grande milagre.”

Disse que preferiu não rebater todas as críticas que tem recebido pois esse processo para ele tem sido “difícil e um pouco confuso”. Mas deixou claro que não abandonaria seu posto de líder da igreja. E acrescentou: “Espero fazer isso pelos próximos, 30, 40 anos e fazê-lo melhor, pela graça de Deus”.

Fonte: Gospel Prime

O que a mídia cinzenta não mostra: Israel previne dezenas de ataque por causa de…. crianças palestinas postas nas áreas dos morteiros lançados contra o Estado judeu

As Forças Armadas alegam que estão selecionando com cautela seus alvos em Gaza, alvo de ataques por terra, mar e ar desde o dia 8 de julho.

Vídeo do Exército de Israel (BBC)

Exército israelense divulgou vídeo em que ataque é abortado. Assista o VÍDEO aqui: http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2014/08/140729_gaza_israel_video_hb.shtml

O alto número de vítimas civis tem sido alvo de críticas da Organização das Nações Unidas e dos Estados Unidos. Desde o início da operação, mais de 1.400 palestinos morreram, a maioria civis, segundo autoridades médicas de Gaza. Do lado israelense, são 61 soldados e dois civis mortos. Israel diz ainda alertar a população sobre quais áreas serão atacadas. Mas palestinos alegam que o aviso ocorre apenas alguns minutos antes das açõe, e que muitas famílias não têm para onde ir. Segundo a ONU, um quarto da população de Gaza de 1,7 milhão de pessoas foi desalojada pelo conflito.

Fonte: BBC

A novela do Santander: após ação absurda na expulsão de analista depois de “chilique” de Lula, banco se desculpa de novo e cruza a linha do ridículo

Quando teve início aquele escarcéu estúpido por causa da tal mensagem do Santander enviada a alguns correntistas — informando que os mercados reagiam negativamente à perspectiva de Dilma ser reeleita —, defendi aqui, basta procurar no arquivo, o direito que o banco tinha de emitir uma opinião. O resto da história vocês já conhecem. Lula pediu a cabeça da analista e puxou o saco do presidente mundial do banco, Emilio Botín, que prometeu demitir a responsável, o que acabou acontecendo. Antes disso, a instituição já havia tornado público um pedido de desculpas. Nesta quinta, os correntistas receberam uma segunda cartinha. Aí o Santander já se desculpava com os clientes.

Assim como não vi nada demais na primeira carta, lastimo todo o resto da história, incluindo a demissão. O Santander, com a devida vênia, comportou-se de modo patético nessa história. Por mais que esse setor seja bastante dependente dos humores dos poderosos de turno — e é —, há um limite para o ridículo que me parece ter sido ultrapassado com impressionante desassombro.

Dado o barulho que fez o PT, até compreendo que o banco pudesse emitir uma nota pública informando que não se mete em política partidária. Poderia até afirmar que a opinião da analista — ou de um departamento — não refletia o que pensava a instituição etc. Em suma, havia várias maneiras de amenizar eventuais desconfortos. Mas o que se vê é um espetáculo um tanto grotesco de sabujice. Dá a entender, talvez injustamente, que o banco mantém uma relação de dependência com o poder que não é conhecida pelo conjunto da sociedade.

Esse episódio, acreditem, fez muito mal à cultura da liberdade de política e do livre exercício da opinião. Um texto que era público — afinal, enviado a muitos correntistas — mereceu o tratamento de alguma peça conspiratória, como se pessoas mal-intencionadas atuassem nas sombras para desestabilizar a presidente Dilma.

Quer dizer que o analista de um banco está proibido de informar a seus clientes que, deixem-me ver, comprar ações de empresas públicas num eventual cenário de reeleição de Dilma é um mau negócio? E é mau negócio por quê? Não porque o tal analista não goste do PT. Mas porque ele tem a obrigação de alertar que é próprio da cultura petista usar essas empresas para fazer política, pouco se importando com a economicidade de determinadas escolhas. É o que acontece com a Petrobras, por exemplo. É o que acontece com o setor elétrico.

O comportamento da imprensa brasileira, diga-se, ressalvadas as exceções de sempre, é também lamentável. Mais uma vez, reage de maneira pífia a uma clara agressão ao debate livre de ideias. Bem, agora falta o quê? Mais um pouco, a direção do Santander vai se chicotear de joelhos na rampa do Palácio do Planalto. Uma pergunta: se eu decidir botar meu dinheiro no Santander, devo confiar no que me disser o analista financeiro ou me cabe intuir que sua opinião passou antes pelo Departamento de Censura Diretório Nacional do PT?

Fonte: Veja

URGENTE: Governo chinês segue acelerado arrancando cruzes de TODAS as igrejas cristãs do país e a mídia internacional continua fingindo que não vê mais um ataque insidioso ao Cristianismo

A bem informada agência AsiaNews noticiou que centenas de cristãos de uma cidade perto de Wenzhou lutaram durante horas contra policiais que queriam arrancar o símbolo da Redenção do alto da igreja. Alguns fieis foram socados, receberam pontapés e porretadas.

Após horas de confronto, a polícia desistiu. Mas voltou num horário tardio da noite para tomar conta da igreja e tirar a Cruz pela força.

O Partido Comunista da região de Zhejiang lançou a campanha “Três revisões e uma demolição”.

O objetivo seria corrigir os prédios construídos fora do Plano Diretor da cidade.

Mas, de fato, a campanha visa destruir em grande escala as igrejas cristãs que florescem por toda parte na província, apelidada de ‘Jerusalém do Oriente’.

A agência AsiaNews elaborou uma lista com fotos de 64 igrejas destruídas ou com as cruzes arrancadas por essa campanha persecutória que se está estendendo a outras províncias da imensa China. CLIQUE AQUI para ver a lista das igrejas demolidas.

No povoado de Guangtou (Beibaixiang, Yueqing, Wenzhou), em 11 de junho (2014), a comunidade cristã local foi notificada que a grande Cruz sobre sua igreja seria removida pelas autoridades. Os fiéis intuíram a hipocrisia e guardaram a igreja dia e noite. Naquele dia funcionários e policiais de choque chegaram à Igreja às 5 horas da manhã para completar seu diabólico plano.

Os fiéis presentes deram o sinal de alerta e em pouco tempo pelos menos 200 aldeões se concentraram na praça da igreja e cortaram a energia elétrica, inviabilizando assim o uso dos equipamentos de demolição ou motosserras.Os fieis também interpuseram seus corpos diante dos policiais, recebendo toda espécie de golpes. Vários resultaram feridos e ficaram sangrando no chão. Porém, a resistência foi tão forte que a polícia abandonou o local.

Os temores dos cristãos se confirmaram quando as tropas voltaram mais fortes e agressivas para completar a ordem da ditadura anticristã. A igreja foi construída em 2006 com todas as aprovações e licenças das autoridades. Mas o governo socialista de Zhejiang tergiversa, dizendo que as igrejas demolidas são prédios ilegais. Mas, segundo a opinião generalizada em Whenzou, na China e no exterior, o Partidão está preocupado com a grande expansão do cristianismo na região.

Fonte: Pesadelo Chinês

 

EUA denunciam que Rússia violou tratado de mísseis nucleares de médio alcance

Os Estados Unidos chegaram à conclusão que a Rússia violou o tratado de 1987 que proíbe o desenvolvimento e desdobramento de mísseis nucleares de alcance médio baseados em terra, o que constitui o mais sério descumprimento de uma obrigação de desarmamento por parte desse país.

Segundo revelou nesta segunda-feira o jornal “The New York Times”, que cita como fontes altos funcionários americanos, o presidente Barack Obama enviou hoje uma carta a seu colega russo, Vladimir Putin, para transmitir-lhe o protesto.

O Departamento de Estado deve publicar amanhã seu relatório anual sobre o cumprimento dos tratados internacionais de desarmamento no qual figurará a constatação que a Rússia descumpriu o chamado Intermediate-Range Nuclear Forces Treaty (INF, na sigla em inglês).

A revelação representa um elemento a mais de tensão nas relações entre Estados Unidos e Rússia, confrontados há meses pelo asilo concedido por Moscou ao ex-funcionário terceirizado da Agência Nacional de Segurança (NSA), Edward Snowden, e pelo apoio russo aos separatistas da Ucrânia.

Segundo as fontes citadas pelo jornal, a Administração de Barack Obama chegou à conclusão no final de 2011 que a Rússia não estava cumprindo o tratado de desarmamento, considerado um dos acordos históricos com os quais se pôs fim à Guerra Fria, e que Moscou tinha testado mísseis de cruzeiro já em 2008.

Em maio de 2013 altos funcionários do Departamento de Estado notificaram os russos das suspeitas, mas só nos últimos meses a Administração Obama teve a certeza que os testes constituíam uma violação séria das obrigações sob o tratado.

“Os EUA determinaram que a Federação Russa viola suas obrigações sob o Tratado INF de não possuir, produzir ou realizar testes com mísseis de cruzeiro lançados da terra (GLCM), com uma capacidade de alcance de entre 500 e 5.500 quilômetros, ou de possuir ou produzir lançadores de ditos mísseis”, afirma o relatório obtido pelo “NYT”.

Na carta dirigida a Putin, o presidente americano expressa seu interesse em realizar um diálogo de alto nível com os responsáveis russos para preservar o tratado de 1987 e discutir as medidas que a Rússia deve tomar para cumprir os termos do acordo.

O Tratado INF foi assinado em Washington, em dezembro de 1987, pelo então presidente americano Ronald Reagan e o presidente soviético Mikhail Gorbachev, e é considerado a pedra angular dos acordos de desarmamento entre as duas superpotências.

Fonte: Uol

Cartazes de “campanha contra a AIDS” na Suíça revelam a decadência moral e intelectual do Ocidente

Cartaz de campanha de prevenção contra a Aids lançada na Suíça provocou polêmica (Foto:  AFP Photo/Swiss Federal Office of Public Health) 
O Escritório Federal de Saúde Pública da Suíça lançou, nesta segunda-feira (28), uma nova campanha de prevenção contra Aids que provocou reações de escândalo no país, de acordo com a agência France Presse. As reações foram em relação a cartazes que mostram casais em posições explícitas.

A campanha “Love Life – Sem arrependimentos” anunciou, em maio, uma chamada para pessoas comuns que quisessem posar para a fotógrafa Diana Scheunemann. Houve 300 candidatos. Foram selecionados cinco casais com idades entre 20 e 52 anos, que estrelaram a campanha.Veja outros cartazes.

Segundo a imprensa local, alguns setores da sociedade criticaram a campanha, caracterizando-a como “pornográfica” e demostraram preocupação sobre a exposição dos cartazes a crianças.

O objetivo da ação, de acordo com o Escritório Federal de Saúde Pública da Suíça, foi criar uma campanha participativa para incentivar a população a adotar uma vida sexual prazerosa e responsável.

Cartazes mostram pessoas comuns que responderam a um chamado do Escritório Federal de Saúde Pública da Suíça para posarem para campanha (Foto: AFP Photo/Swiss Federal Office of Public Health)
Cartazes mostram pessoas comuns que responderam a um chamado do Escritório Federal de Saúde Pública da Suíça para posarem para campanha (Foto: AFP Photo/Swiss Federal Office of Public Health)

Fonte: G1:

NOTA: Essa “propaganda” que, segundo o órgão governamental suíço, é “preventiva contra a AIDS”, é daquelas coisas que nos fazem ver o quanto países europeu, que se vangloriam de estarem tão “à frente” de outros países, como os sulamericanos, estão entorpecidos moral e intelectualmente. Você acredita mesmo, prezado leitor, que uma propaganda como essa irá “prevenir a AIDS”??? Você acredita MESMO nisso? É brincadeira!….  É por coisas como essa que penso que está realmente na hora deste planeta ser dos macacos daquele filme.

China vai retirar cruzes de todas as igrejas

Governo da China vai retirar cruzes de todas as igrejas
China vai retirar cruzes de todas as igrejasA batalha começou quando o governo chinês retirou uma cruz de metal no topo de uma igreja cristã na pequena aldeia de Wuxi, cerca de 480 quilômetros ao sul de Xangai. No dia seguinte, um membro da igreja usou sua própria máquina para soldar uma nova em seu lugar. Ele foi detido e interrogado por 10 horas, acusado de operar uma solda sem licença.

Uma semana depois, funcionários contratados voltaram a remover a cruz. Pouco tempo depois, os membros da igreja colocaram outra no lugar, embora fosse um pouco menor.

Como retaliação, a igreja teve a água e a energia elétrica cortada. Funcionários tentaram instalar câmeras de vigilância no templo. Começaram a interrogar vários dos membros da igreja sobre o local onde trabalhavam e que escola seus filhos estudavam. Na China essa é uma forma comum de avisar que as famílias estão sendo vigiadas de perto.

Mas a congregação não está desistindo. “Eu não vou deixá-los tirar a cruz, mesmo que isso signifique que irão me matar”, declarou Fan Liang’an, 73, cujo avô ajudou a construir a igreja em 1924.

Em toda a província de Zhejiang, as autoridades já retiraram cruzes em mais de 130 igrejas. Em alguns casos, o governo derrubou os templos, classificados como “irregulares”, embora muitos tenham toda a documentação necessária para operar. As autoridades negam que eles estão perseguindo os cristãos, e alegam que milhares de outros prédios no país foram demolidos por irregularidades nas construções, embora elas nunca sejam especificadas.

Mas os líderes da igreja da província afirmam que existe uma clara campanha para reprimir o cristianismo, que tem crescido ali de maneira especialmente rápida nos últimos anos. Desde que o presidente Xi Jinping assumiu o cargo, no início de 2013, Pequim tem colocando mais restrições à imprensa, aos advogados de direitos humanos e ativistas políticos (categoria que inserem muitos pastores).

A provável razão dessa perseguição ter começado na província de Zhejiang é seu alto índice de templos, são cerca de quatro mil. Sua principal cidade, Wenzhou, com 8 milhões de habitantes, possui tantas igrejas que é chamado de “a Jerusalém da China”. Mais de um décimo de seus moradores são evangélicos. Segundo Cao Nanlai, antropólogo que estudou e escreveu um livro sobre o cristianismo na região, trata-se da maior proporção de qualquer grande cidade chinesa.

Durante muito tempo o governo até incentivou as igrejas da região a aumentarem seus templos, como uma maneira de chamar a atenção e investimento de cristãos chineses no exterior. Grandes templos foram erguidos e um deles tem uma cruz de 63 metros de altura.

Mas desde o ano passado, as autoridades começaram a pedir as igrejas para não iluminar suas cruzes à noite. Os pastores locais afirmam que foram alertados por funcionários do governo que o objetivo é eliminar todas as cruzes do país. As autoridades deixam em paz os templos que aceitaram a remoção, mas tem ameaçado aqueles que resistem.

Yang Fenggang, professor de sociologia da Purdue University é especialista em assuntos religiosos na China acredita que trata-se de uma “prova de força” do Partido Comunista. “As autoridades pretendem humilhar os cristãos derrubando o seu símbolo mais sagrado”, afirmou.

“A cruz é a glória dos cristãos”, explica Cai Tingxu, que deixou sua loja de cosméticos em Xangai para proteger a igreja de cidade natal na província de Zhejiang. “Jesus foi pregado na cruz por nós. Meu coração doeu ao saber que o governo quer retirar a cruz”. Ele é uma das centenas de pessoas que se revezam em frente ao templo tentando evitar que a cruz seja removida e a igreja destruída.

“A cruz é a nossa vida, e não há espaço para concessões”, disse o pastor Xie Zuokua. Ele e os membros de sua igreja também querem impedir que seu templo seja afetado pela resolução do governo.

As estimativas sobre o número de cristãos na China variam muito, pois o governo comunista alega que o país é ateu e não contabiliza oficialmente a afiliação religiosa. Segundo dados de 2010, seriam 23 milhões de cristãos (evangélicos e católicos). Esses são apenas os membros registrados das igrejas sancionadas pelo estado, que são acompanhados de perto pelo governo.

O Centro de Pesquisas Pew estima que havia 58 milhões de evangélicos e 9 milhões de católicos na China em 2011. Eles são membros das chamadas igrejas subterrâneas, que não possuem templo e se reúnem em segredo nas casas ou ao ar livre. Missionários que trabalham no país acreditam que esse número seria de, no mínimo, 100 milhões.

Fonte: GP

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